Apocalipse capítulo 3: 1-21 faz parte da 1ª seção paralela (Cap. 1–3) e descreve as cartas de João a três igrejas da Ásia Menor, com elogios e repreensão de Jesus: Sardes, Filadélfia e Laodicéia.


O livro de Apocalipse – capítulo 3




Primeira seção – Capítulos 1–3

Nessa 1ª seção do livro de Apocalipse, João vê Jesus glorificado no meio dos sete candeeiros, representando as sete igrejas da Ásia Menor, e recebe orientação para enviar cartas a elas, repreendendo-as nos pontos em que haviam falhado e encorajando-as a prosseguir no serviço cristão. A visão central do livro é: O Senhor virá visivelmente, pela segunda vez, mas agora para julgar (Ap 1: 7-8).

Ainda nessa 1ª seção do livro de Apocalipse, nós podemos ler as cartas de João a três igrejas da Ásia Menor, com elogios e repreensão de Jesus: Sardes, Filadélfia e Laodicéia. A igreja em Sardes tinha fama de ser uma igreja viva, espiritual, mas estava morta. Filadélfia era tinha pouca força, mas permanecia leal a Cristo. E Laodicéia era uma igreja orgulhosa, que achava que não precisava de nada, mas o Senhor disse: “nem sabes que tu és infeliz, sim, miserável, pobre, cego e nu”.

Como a explicação sobre cada uma delas é um pouco extensa, vou deixar aqui apenas um resumo, mas você pode ler detalhadamente sobre elas nas páginas correspondentes (link em azul negrito).

Jesus fez elogios e repreensões para as igrejas:
Elogios: Esmirna e Filadélfia
Elogios e repreensão: Éfeso, Pérgamo, Tiatira e Sardes
Repreensão (Críticas): Laodicéia

Capítulo 3

Sardes
A igreja em Sardes (Ap 3: 1-6) vivia das glórias do passado. Sardes era uma cidade rica e quase inexpugnável pela proteção rochosa ao redor, mas era estagnada e sem vigilância e foi tomada duas vezes. A igreja se deixou moldar pelo espírito da cidade; tinha fama de ser uma igreja viva, espiritual, mas estava morta. Apenas poucos crentes não contaminaram suas vestiduras; outros estavam mortos e muitos estavam quase morrendo espiritualmente.

Filadélfia
A igreja de Filadélfia (Ap 3: 7-13) tinha pouca força, era sujeita a terremotos e sofria muitas oposições, mas permanecia leal a Cristo; por isso, Deus colocou diante dela uma porta aberta, não apenas do ponto de vista material (um vale fértil) como também uma porta para a evangelização. Apesar do grande número de templos e festividades pagãs ali, essa igreja não participava desses cultos. Assim como fez com Esmirna, o Senhor só teve elogios para Filadélfia. O terremoto que destruiu Sardes em 17 DC também destruiu Filadélfia. Para ela, Ele prometia a estabilidade.

Laodicéia
A igreja de Laodicéia (Ap 3: 14-22) era uma igreja orgulhosa, assim como a cidade. Seus maiores produtos eram vestes de lã negra e um pó medicinal (o pó frígio) que, misturado com óleo, era usado na fabricação de pomada para os ouvidos e colírio. Sua água quente vinha das fontes termais de Hierápolis; e a fria vinha de Colossos. Ela se dizia rica, mas Jesus lhe dizia que ela era infeliz, miserável, cega, pobre e nua, pois sua sabedoria humana era sem valor para Ele. Para essa igreja, o Senhor só teve críticas.


Localização das sete igrejas e Patmos


Autora: Pastora Tânia Cristina Giachetti

Fontes de pesquisa:
• O Novo Dicionário da Bíblia – J. D. Douglas – edições vida nova, 2ª edição 1995.
• Rev. Hernandes Dias Lopes – Primeira Igreja Presbiteriana de Vitória (‘Estudo em Apocalipse’ – pregações online).
• Wikipedia.org
• Fonte para a maioria das imagens: wikipedia.org; Filme: ‘O Apocalipse’ (‘The Apocalypse’) – Coleção: A Bíblia Sagrada.

Este texto se encontra no livro:


O livro de Apocalipse – livro evangélico

O livro de Apocalipse

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