A igreja de Esmirna era uma das 7 igrejas da Ásia Menor às quais o apóstolo João escreveu suas cartas. Ela seria provada de maneira amarga como a mirra, mas os faria vencer as confusões e as blasfêmias existentes ali. Esmirna precisava do Espírito de entendimento (Is 11: 2).


Igreja de Esmirna




Nota: Esses estudos sobre as sete igrejas da Ásia Menor foram baseados no significado espiritual da Menorá e do texto de Isaías 11: 2.

“Ao anjo da igreja em Esmirna escreve: Estas coisas diz o primeiro e o último, que esteve morto e tornou a viver: Conheço a tua tribulação, a tua pobreza (mas tu és rico) e a blasfêmia dos que a si mesmos se declaram judeus e não são, sendo, antes, sinagoga de Satanás. Não temas as coisas que tens de sofrer. Eis que o diabo está para lançar em prisão alguns dentre vós, para serdes postos à prova, e tereis tribulação de dez dias. Sê fiel até a morte, e dar-te-ei a coroa da vida. Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas: O vencedor de nenhum modo sofrerá o dano da segunda morte” (Ap 2: 8-11).

Esmirna significa: mirra ou amargura, o que nos lembra o sacrifício de Jesus na cruz, talvez por isso esteja escrito no versículo 8: “Estas coisas diz o primeiro e o último, que esteve morto e tornou a viver”. Esmirna era uma cidade da província romana da Ásia, na praia do mar Egeu, dentro da atual Turquia Asiática, como as demais igrejas descritas nessas cartas de João. Ficava a cinqüenta e cinco quilômetros ao norte de Éfeso. Era uma das cidades mais prósperas da Ásia, mais bonitas e a segunda após Éfeso. Era símbolo de fidelidade a Roma, porque a havia ajudado antes mesmo de Roma ser um império. Depois de Roma, era o maior centro de adoração ao imperador. O templo de Tibério César (r. 14-37 DC) estava naquela cidade. No apogeu de Roma, Esmirna era uma cidade com muito esplendor e muita magnificência dos seus edifícios públicos. Atualmente, é uma cidade da Turquia chamada Izmir.

A cidade era importante por causa do seu comércio, pois tinha um porto natural de antiga rota comercial que atravessa o vale do Hermo, e seu interior era muito fértil. Ela apoiava os jogos atléticos e tinha um grande centro esportivo. Além disso, era importante por causa da influência cultural, pois tinha a maior concentração de bibliotecas, teatros, palácios, prédios luxuosos, arquitetura arrojada e pomposa, rica e bela. Havia no lugar de Esmirna uma colônia grega desde tempos muito antigos, talvez por volta de 1.000 AC, mas foi capturada e destruída pelos lídios no final do século VII AC; foi fundada novamente em sua atual localização por Filipe Lisímaco (360-281 AC), um dos quatro generais de Alexandre o Grande, no início do século III AC. A partir daí ela se desenvolveu até se tornar uma das mais prósperas cidades da Ásia Menor. Muitos judeus se concentravam ali e se opunham fortemente à igreja cristã. Aqui, o presbítero Policarpo, discípulo de João, foi martirizado em 155 DC, aos 86 anos de idade, forçado a negar Jesus. E o ameaçaram com feras e, então, queimado na fogueira. Foi queimado vivo e depois esfaqueado quando o fogo não consumiu seu corpo, mas morreu cantando.

Ninguém sabe quem fundou a igreja cristã lá; se foi Paulo (At 19: 10) depois de estar em Éfeso. O que se sabe é que ela era uma igreja que passava por tribulação, circunstâncias adversas, ambiente hostil e perigoso. Na sua maioria, ela era composta de escravos, portanto, desprovidos até de liberdade; e os cristãos livres que lá estavam tinham seus bens confiscados. Eram levados às prisões romanas e muitos morriam lá mesmo de fome, de infecções e desespero.

Por volta de 303 DC, houve a perseguição de Diocleciano (284-305 DC) ou ‘Grande Perseguição’. Foi a última e talvez a mais sangrenta perseguição aos cristãos no Império Romano, também conhecida como ‘a era dos mártires’. Diocleciano e seus colegas Maximiano, Galério e Constâncio Cloro emitiram uma série de éditos exigindo que os cristãos cumprissem as práticas religiosas tradicionais do Império Romano, ou seja, a realização de sacrifícios às suas divindades. O primeiro édito imperial de 303 DC ordenava a destruição geral de igrejas, objetos de culto cristãos (que se queimassem os livros dos cristãos, os locais de reunião), e a destituição de funcionários que fossem adeptos da nova religião; um segundo édito ordenou a prisão geral do clero (os líderes da igreja cristã foram ameaçados e forçados a adorar os deuses de Roma). Um terceiro previa a libertação dos cristãos em caso de apostasia, e o quarto e último, de 304 DC, ordenava toda a população do império a sacrificar aos deuses sob pena de morte ou trabalhos forçados em minas. Cristãos foram para as pedreiras e adoeceram lá. A mulher e a filha de Diocleciano, que eram cristãs, também sofreram perseguição, mas só foram mortas mais tarde, no governo de Licínio (308-324 DC). Foram decapitadas, e seus corpos foram jogados no mar.

Jesus se apresenta agora à igreja de Esmirna dizendo: “Estas coisas diz o primeiro e o último, que esteve morto e tornou a viver”. Porque ali os cidadãos davam prioridade ao imperador, Jesus falou para a igreja oprimida que Nele tudo tem sentido; Ele era o centro, não César. ‘Que esteve morto e tornou a viver’ – o Senhor lhe disse isso porque se ela estava enfrentando perseguição e martírio era para que ela soubesse que Ele é o conquistador da morte, Ele morreu e venceu. Era uma palavra de ânimo para a igreja. Eles não se sentiriam sozinhos ao passar pela morte; Ele estaria com eles. Não seria por ousadia humana, mas pela força divina.

A igreja de Esmirna encontrou oposição por parte dos judeus, assim como a de Filadélfia (Ap 2: 9; Ap 3: 9). Eles se aliaram a Roma para destruir os cristãos. Portanto, os crentes de Esmirna seriam colocados à prova. Dessa forma, podemos ver que o Senhor conhecia a tribulação da Sua igreja, sua pobreza espiritual em confronto com a riqueza material e a oposição dos judeus que blasfemavam contra o ensino verdadeiro, pois não acreditavam que Jesus era o Messias. Mas para Jesus, eles eram ricos espiritualmente.

Jesus não precisou repreender essa igreja. Ele sabia o que ela passava (“Conheço a tua tribulação, a tua pobreza (mas tu és rico) e a blasfêmia dos que a si mesmos se declaram judeus e não são, sendo, antes, sinagoga de Satanás”).

“Conheço a tua pobreza (mas tu és rico)” – Jesus viu que eles eram ricos, apesar do que lhes faltava materialmente.

“A blasfêmia dos que a si mesmos se declaram judeus e não são, sendo, antes, sinagoga de Satanás” – eram necessárias pelo menos dez pessoas para iniciar uma sinagoga. Não se sabe, exatamente, se esses judeus que os perseguiam se reuniam numa sinagoga, mas de qualquer forma eles se consideravam fiéis a Deus e achavam que eles é que estavam certos por seguirem a lei e, portanto, seriam salvos. Mas Jesus os chamava de sinagoga de Satanás porque se reuniam para perseguir os cristãos. O verdadeiro judeu era aquele que o era interiormente (Rm 2: 29), não pela lei e sim pela fé.

“Eis que o diabo está para lançar em prisão alguns dentre vós” – Satanás é um agente que aciona forças; ele era instrumento para mobilizar os imperadores romanos contra a igreja.

Os filhos de Deus teriam simbolicamente que carregar sua cruz, ou seja, sofrer a morte física por causa da sua lealdade ao Senhor, mas também estavam sendo consolados com a promessa da ressurreição no último dia. A prova seria amarga como a mirra, mas os faria vencer as confusões e as blasfêmias existentes ali. Os que resistissem até o fim seriam salvos; eles receberiam a coroa da vida, símbolo da vitória para os que corriam para alcançar a coroa incorruptível, como Paulo diz. Espiritualmente falando, não veriam o dano da segunda morte, ou seja, alcançariam a salvação. A primeira morte foi o pecado de Adão (Rm 5: 12; 14; 17); a segunda morte, simbolizada pelo lago de fogo (Ap 20: 14), significa: a separação definitiva de Deus para aqueles que abandonarem a Cristo em prol de Satanás (morte eterna). A bíblia fala de uma tribulação de dez dias que, não precisa ser necessariamente este tempo cronológico, mas um símbolo de fidelidade, de algo completo, mas breve; o primeiro número de um começo maior, que é o significado bíblico do número dez. Dessa forma, a igreja de Esmirna seria provada na sua aliança e na sua fidelidade a Cristo.

“Sê fiel até a morte, e dar-te-ei a coroa da vida” – sê fiel ainda que te custe a vida, é o que quer dizer. Essa igreja não retrocedeu diante da pobreza, da perseguição nem da morte. A palavra ‘coroa’ aqui, em grego é stephanos (στέφανος – Strong #4735), que significa ‘coroa, guirlanda, honra, glória’, mais especificamente, ‘diadema’, como um distintivo de realeza, um prêmio nos jogos públicos ou um símbolo de honra em geral; porém mais distinto e elaborado do que o simples filete. Essa coroa de que João está falando aqui era como aquelas que pessoas recebiam em momentos especiais, como a coroa dada aos vitoriosos nos jogos (1 Co 9: 25; 2 Tm 2: 5). A vida cristã é como uma corrida de um atleta. “Eu completei a carreira”, disse Paulo (2 Tm 4: 7). ‘Stephanos’ (coroa) também era dada numa festa; então, eles a receberão nas bodas do Cordeiro. As pessoas também recebiam um tipo de coroa dessas quando entravam nos templos dos deuses; portanto, Jesus falava para os crentes de Esmirna sobre a alegria de entrar na presença de Deus, na nova Jerusalém.

O que isso significa para nós?

Há muitas igrejas de Cristo em lugares perigosos do planeta, onde ser cristão é proibido, lugares onde os poderes seculares não permitem a liberdade de culto, pois Satanás atua ali instigando os governantes. Muitos crentes sofrem perseguições sérias e até enfrentam a morte física por causa de sua fidelidade a Jesus. Mas como a força não vem do homem e sim de Deus, Ele os capacita para isso. E apesar desse tipo de adversidade, Ele sempre encontra meios para que mais pessoas ouçam Sua voz, o recebam como Senhor e, assim, Sua igreja não morra. Por isso, muitas vezes, Ele nos pede intercessão por vidas que nós nem conhecemos pessoalmente, mas são nossos irmãos na fé.

No oriente do planeta as perseguições são mais físicas; o que não significa, entretanto, que devamos menosprezar as perseguições e as lutas que a igreja enfrenta no ocidente, com muitas sutilezas dos falsos ensinos, das falsas profecias, da tecnologia desenfreada, da mídia, da ciência e outras forças sutis e invisíveis, mas que oprimem o caminhar de quem não quer entrar no jogo de Satanás ou na Babilônia mundana. A situação fica pior quando o dinheiro é retido, porque dificulta muito que a igreja verdadeira se mova com força para pregar e evangelizar. A obra de Deus não pode ser feita da maneira espalhafatosa do mundo, mas da maneira simples de Deus, pois muitas vezes ela pode ser feita sem se gastar dinheiro, evitando o mover consumista, competitivo e corrupto do mundo.

Enquanto o mundo vê a aparência, o Senhor vê o coração. O mundo gosta de riqueza e, infelizmente, atrai a igreja para viver de acordo com Seus parâmetros. Apenas os que estão firmes na Palavra têm consciência para saber que os valores de Deus são outros e resistem às opressões e as provações externas. Pessoas ímpias são usadas por Satanás para criticar, condenar, falar mal e até agir com violência contra os filhos de Deus que buscam viver debaixo da Sua verdade. Porém, o Senhor tem poder para dar força e suprir os que lhe pertencem, em todas as circunstâncias e de todas as maneiras.

Se olharmos a vida do crente fiel, sempre vai existir um período de prova, mais cedo ou mais tarde, para ver de que lado ele vai continuar, pois essa é uma maneira de Deus aprimorar a salvação no Seu povo. Os que conseguem superá-la provam ser verdadeiros filhos de Deus e confirmam ser dignos de receber a coroa da vida, ou seja, a vida eterna. Provaram a mirra, a cruz, deixando nela as suas vontades e os seus desejos particulares para ressurgirem espiritualmente cheios da unção e do poder de Deus. Agora, estão prontos a serem instrumentos afinados em Suas mãos. Através deles, o Senhor pode completar Sua obra na terra.

Que relação isso tem com os sete candeeiros de ouro descritos em Ap 1: 12-16; 20? Vamos ler o texto:

“Voltei-me para ver quem falava comigo e, voltado, vi sete candeeiros de ouro e, no meio dos candeeiros, um semelhante a filho de homem, com vestes talares e cingido à altura do peito, com uma cinta de ouro. A sua cabeça e cabelos eram brancos como alva lã, como neve; os olhos, como chama de fogo; os pés, semelhantes ao bronze polido, como que refinado numa fornalha; a voz, como voz de muitas águas. Tinha na mão direita sete estrelas, e da boca saía-lhe uma afiada espada de dois gumes. O seu rosto brilhava como o sol na sua força ... Quanto ao mistério das sete estrelas que viste na minha mão direita e aos sete candeeiros de ouro, as sete estrelas são os anjos das sete igrejas, e os sete candeeiros são as sete igrejas”.

Embora os sete candeeiros representem as sete igrejas da Ásia Menor para as quais João escreveu as cartas, neste tema em especial, eu vou escrever uma revelação que recebi do Senhor há muitos anos, no início da minha conversão, fazendo uma relação com a Menorá (o candelabro de sete lâmpadas e sete hastes), símbolo do Espírito de Deus para o povo Judeu.

É interessante perceber que a bíblia fala que o Senhor está com as sete estrelas na Sua mão direita, entretanto, se acha entre os sete candeeiros de ouro. Quando falamos das sete estrelas, ou seja, dos sete “anjos” das igrejas, podemos pensar que, mais do que o símbolo de um líder, elas têm o significado de “o espírito” predominante nelas, em outras palavras: a idéia, a força predominante, a índole, a tendência, o pensamento de cada uma delas. Devemos prestar atenção também ao que está escrito: “Tinha na mão direita sete estrelas”, ou seja, a mão direita é símbolo de honra, poder, autoridade, bênção, força e privilégio e isso quer dizer que é o Senhor que segura debaixo da Sua autoridade a liderança da Igreja. Ele detém o poder. Podemos ir mais longe no nosso raciocínio dizendo, então, que as sete estrelas correspondem à parte humana na igreja, detidas pelo poder de Deus e debaixo do Seu governo, ao passo que os sete Espíritos de Deus (Ap 4: 5) correspondem à parte divina, ou seja, às sete unções por Ele derramadas sobre a parte humana para completá-la, para supri-la naquilo que lhe falta. Em outras palavras: cada igreja tem seu componente humano que a faz agir e reagir de uma determinada forma, entretanto, Deus dispôs um dos Seus sete Espíritos (a plenitude das sete características do Espírito Santo) para cada uma delas a fim de que recebam a força espiritual necessária para se levantarem novamente e atingirem a perfeição, desempenhando na terra a sua parcela como membro do Corpo.

O candeeiro do qual a bíblia fala aqui eram candeeiros separados, representando as sete igrejas gentias da Ásia Menor (simbolizando o Espírito Santo distribuído entre os Gentios), ao passo que o candelabro de uma só haste com sete lâmpadas dado a Moisés em Êx 25: 31-40; Êx 37: 17-24; Nm 8: 1-4, e mencionado em Hb 9: 1-10, representava o Espírito de Deus no meio do povo de Israel. Para fins práticos, é a mesma coisa: a presença do Espírito Santo com poder, unção e avivamento entre os que são Seus escolhidos (Judeus e Gentios).

Para nós que nascemos do Espírito, tudo isso tem um significado. Em primeiro lugar, vamos até Pv 20: 27 onde está escrito: “O espírito do homem é a lâmpada do Senhor, a qual esquadrinha todo o mais íntimo do corpo”. Isso significa que o nosso espírito iluminado pela presença de Deus é capaz de sondar nosso interior e transformá-lo à imagem do Senhor. Em Is 11: 2 o significado dessas sete luzes torna-se bem claro para nós. Isaías profetiza sobre as qualidades do Messias, como se esperaria de um rei, também chamado ‘ungido de Deus’. Por isso, ele começa falando que o Espírito do Senhor repousará sobre Ele (Jesus), o Messias, trazendo também os dons da sabedoria, do entendimento, de conselho, de fortaleza [em algumas versões, está escrito ‘poder’], de conhecimento e de temor do Senhor. O texto diz: “Repousará sobre ele o Espírito do Senhor, o Espírito de sabedoria e entendimento, o Espírito de conselho e fortaleza, o Espírito de conhecimento e de temor do Senhor”. Neste versículo, a palavra ‘conselho’, em Hebraico, `etsah, significa: conselho; por implicação: plano, prudência, deliberação, consideração, ponderação, conselho, conselheiro, propósito.


Candeeiro
Candelabro ou candeeiro
Menorâh ou Menorath (hebraico) Êx 25: 31-39
Nebhrashtâ’ ou Nebrsha’ (aramaico) Dn 5: 5
Luchnos (candeia) ou Lychnia ou Luchnia (velador; candelabro) Mt 5: 15


Esmirna estava precisando clamar ao Senhor por entendimento para saber como permanecer forte nas provações e não cair nos erros e blasfêmias dos ímpios. O entendimento correto das revelações de Deus a levaria a vivenciar a verdadeira força do Espírito e deixar as fidelidades antigas da carne para ser fiel a Cristo, em contraste com a cidade fora fiel aliada de Roma e ainda permanecia assim. O entendimento da revelação de Jesus como Filho de Deus e Salvador do mundo e como o único Deus verdadeiro levaria Esmirna a compreender melhor o que Ele deseja para aqueles que têm um encontro consigo: que deixem o passado para viver uma nova vida (a conversão verdadeira) e ter outro tipo de riqueza e força. Esmirna, sendo leal a Jesus, ao invés de Roma, derrubaria a idolatria ao dinheiro dentro da igreja e atingiria o pensamento correto do Senhor para ela.

O Espírito de Entendimento significa: inteligência, discernimento. É a compreensão que adquirimos após termos o conhecimento (a revelação) da palavra de Deus. Ele nos coloca em contato com a verdade divina contida na Palavra, nos trazendo a segurança sobre o que cremos e nos dando a capacidade de resistir ao mal e a tudo o que tenta impedir Sua vontade para nossa vida, como os falsos ensinos.

Autora: Pastora Tânia Cristina Giachetti


As Igrejas na Ásia Menor
As igrejas na Ásia Menor

Este texto se encontra no livro:


livro evangélico: Mensagem às Sete Igrejas do Apocalipse

Mensagem às Sete Igrejas do Apocalipse

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