Aqui você encontra diversas Mensagens Cristãs e Músicas de Natal em Português e Inglês, tradicionais e atuais, com lindos vídeos legendados, informações sobre o autor da letra e o compositor e a origem de cada uma delas.

Here you will find several Christian Messages and Christmas songs in Portuguese and English, traditional and current, with beautiful subtitled videos, information about the author of the lyrics and the composer, and the origin of each one.

Mensagens

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Mensagens em vídeo  

Mensagens em vídeo – Natal  

Músicas de Natal com o estudo delas

Músicas de Natal em vídeo As músicas também estão compartilhadas com meu Google Drive. Se estiver assistindo pelo celular, abra com o navegador, em modo paisagem e com tela cheia. Se quiser baixar, é só clicar no ícone de download no Drive.

Os vídeos são de minha autoria. Eu escrevo aqui os nomes dos cantores, autores e compositores e o que inspirou a criação da música (em especial as canções tradicionais). Todos os vídeos em inglês têm legenda em português. Alguns são apenas em Português ou só em Inglês. A música “Joyful, joyful” parece ser mais apropriada para Ano Novo. Minha versão se chama “O canto da alegria”.

The videos were made by me. I write here the names of the singers, authors and composers and what inspired the creation of the song (especially the traditional songs). All videos in English have subtitles in Portuguese. Some are only in Portuguese or only in English. The song “Joyful, joyful” seems more appropriate for New Year.


Músicas Cristãs Natal

Introdução

Eu tive grandes aprendizados e experiências ao fazer estes vídeos de Natal, e compatilho aqui com você para mostrar que o Natal não é apenas um evento passado nem somente um feriado de final de ano, mas pode ser vivido o ano inteiro por aqueles que têm entendimento do seu significado. É só pensar no que aconteceu no mundo natural e espiritual naquele momento.

I learned a lot and had great experiences when making these Christmas videos, and I share them here with you to show that Christmas is not just a past event nor just an end-of-year holiday, but can be experienced the whole year by those who have understanding of its meaning. Just think about what happened in the natural and spiritual world at that moment.

Aprendizados

• O Natal é uma chance de nascer que nos é dada o ano inteiro; é ter um Salvador todo dia.
• Jesus nasce todos os dias no coração de quem O recebe.
• Os cânticos exaltam a majestade de Deus e Seu poder de maneira inusitada na vida dos homens (de maneira diferente de louvores de guerra ou de cura).
• Umas pessoas se dão conta de Sua vinda, outras, não, como aconteceu em Belém. Quem diria que o Messias estava nascendo naquela noite? Para eles, Maria era mais uma mulher grávida. Eles não estavam acordados espiritualmente para perceber isso. O mesmo vai acontecer na segunda vinda de Cristo e acontece todos os dias quando Ele põe Seus mensageiros de boas novas no caminho de muitas pessoas para lhes falar da salvação, mas elas os recusam.
• Quando Ele nasce na vida de alguém, traz um tempo de paz, a aliança com Deus Pai, não mais a inimizade por causa do pecado.
• Anjos cantam para os humildes de coração por causa das boas novas, aqueles que a sociedade rejeita; mas a vinda de um Rei traz terror aos perversos e rebeldes (a reação de Herodes em Mt 2: 13; 16-18 e as profecias de Ml 3: 2 e Ml 4: 1, entre outras).
• Is 9: 6-7 nos lembra que Ele está sempre conosco e tem poder sobre a nossa vida.
• A estrela do Natal é a ‘Brilhante Estrela da Manhã, a Raiz de Davi’ (Ap 22: 16).
• O menino Jesus foi a resposta ao clamor de várias gerações, esperando por um Messias, como Jesus é hoje a resposta ao nosso clamor por libertação.
• Deus capacitou quem Ele quis para escrever os hinos, até leigos, não padres, nem pastores nem músicos ou compositores.
• A época do Natal e as canções natalinas mexem demais com o mundo espiritual.
• Foi interessante percerber minha dificuldade de encontrar na Internet as letras das músicas de Natal, como aprendi na Igreja quando me converti, e algum arranjo que trouxesse uma sensação agradável ao meu espírito. Então, pude sentir também o prazer e o desprazer de Deus com certos cantores e músicos, pois Ele vê muito além de vozes potentes e dedos hábeis em tocar instumentos musicais. Ele enxerga como estava o coração de cada pessoa ali em relação a Ele no momento de cantar ou tocar. Resumindo: nem todos que cantam ou tocam Lhe agradam. Muitas versões atuais acabam distorcendo o sentido das canções e das letras que foram inicalmente escritas.

Learning

• Christmas is a chance to be born that is given to us the whole year; to have a Savior every day.
• Jesus is born every day in the hearts of those who receive Him.
• Christas carols extol the majesty of God and His power in an unusual way in the lives of men (in a different manner from praises of war or healing).
• Some people are aware of His coming, others are not, as happened in Bethlehem. Who could know that the Messiah was being born that night? For them, Mary was just another pregnant woman. They were not spiritually awake to realize this. The same will happen at the second coming of Christ and it happens every day when He puts His messengers of good news in the path of many people to tell them about salvation, but they refuse them.
• When He is born in someone’s life, He brings a time of peace, the covenant with God the Father, no longer enmity because of sin.
• Angels sing to the humble of heart because of the good news, those whom society rejects; but the coming of a King brings terror to the wicked and rebellious (Herod’s reaction in Matt. 2: 13; 16-18 and the prophecies of Mal. 3: 2 and Mal. 4: 1, among others).
• Isa. 9: 6-7 reminds us that He is always with us and has power over our lives.
• The star of Christmas is the ‘Bright Morning Star, the Root of David’ (Rev. 22: 16).
• The baby Jesus was the answer to the cry of several generations, waiting for a Messiah, as Jesus is the answer today to our cry for deliverance.
• God empowered whoever He wanted to write the hymns, even laypeople, not priests, not pastors, not musicians or composers.
• Christmas time and Christmas carols affect the spiritual world too much.
• It was interesting to realize my difficulty in finding the lyrics of Christmas songs on the Internet, as I learned in Church when I converted, and any arrangement that brought a pleasant feeling to my spirit. So, I could also feel God’s pleasure and displeasure with certain singers and musicians, for He sees much more than powerful voices and fingers skilled in playing musical instruments. He sees how the heart of each person there was in relation to Him when they sang or played. In short: not everyone who sings or plays pleases Him. Many current versions end up distorting the meaning of the songs and lyrics that were initially written.

Vídeos

Músicas Natal em vídeo; A– N  


Músicas Natal em vídeo; N–W  


Música para Ano Novo em vídeo  

“Agnus Dei” – “O Come Let Us Adore Him”

Medley: “Agnus Dei” (“Cordeiro de Deus” – de Michael W. Smith) & “O Come Let Us Adore Him” (“Ó vinde adoremos” – de Matt Redman).
Cantada por Don Moen – Album “A Season of Hope” (2012).

“All is well”

Compositores: Michael W. Smith & Wayne Kirkpatrick.
Cantada por Clay Aiken – Album “Christmas” (1989).

“Angels We Have Heard on High” / “Surgem anjos proclamando”

“Angels We Have Heard on High”.
Neste vídeo o arranjo é de Michael W. Smith – Album “A Christmas Offering” – Christmas 2013.
Nome em Português: “Surgem anjos proclamando” – Hinário Adventista 49 (letra de autor desconhecido).
“Angels We Have Heard on High” é uma canção de Natal com a melodia da música sacra (“Gloria”).
“Glória a Deus nas alturas” (“Gloria in excelsis Deo”) é um antigo hino da liturgia católica, extraído das palavras proferidas pelos anjos em Lc 2: 14: “Glória a Deus nas maiores alturas, e paz na terra entre os homens, a quem ele quer bem”. Ele deu origem a uma canção de Natal tradicional francesa do século XVIII, chamada “Les Anges dans nos campagnes” (“Os Anjos em nosso campo”), cujo arranjo foi feito mais tarde por Edward Shippen Barnes (1887-1958), um organista americano. A letra em inglês, conhecida hoje (“Angels We Have Heard on High”) foi escrita por James Chadwick (1813-1882), um padre católico romano anglo-irlandês. Essa canção natalina foi publicada em 1862.

“Christmas angels”

“Christmas Angels” (“Anjos do Natal”).
Autoria: Michael W. Smith – Album “It’s a wonderful Christmas” (2007).

“Christmastime” / “Noite de Natal”

“Christmastime” (tradução literal: “Tempo de Natal”).
Autoria: Michael W. Smith – Album 12: “Christmastime” (1998).
A letra em Português Brasileiro é conhecida como “Noite de Natal”, e neste vídeo faz parte da Cantata “Um Natal Inesquecível” (2008), com a participação de Francinaldo Morais Mateus, Jovem Coral Unasp e Coro Infantil da UNASP (IASD).

“Hark! The Herald Angels Sing” / “Eis dos anjos a harmonia”

A música é cantada neste vídeo por Chris Tomlin – Album “Glory in the highest”.
Tradução em Português: “Eis dos anjos a harmonia”.
Cantada e tocada neste vídeo por Carlos Eduardo Vieira e Luiz Otávio do Carmo, do CD Charles Wesley 300 anos (faixa 3) – 2007.
A letra de “Hark! The Herald Angels Sing” foi escrita por Charles Wesley (1739). Os versos foram reescritos por George Whitefield em 1754 e novamente em 1782, dando-nos o texto completo que cantamos agora.
A tradução para o Português é do Reverendo Robert Hawkey Moreton (1887), um missionário metodista.
Há outras versões posteriores em Português com algumas palavras diferentes em alguns versos.
A música foi composta por Jakob Ludwing Felix Mendelssohn (1809-1847), porém esta letra foi adicionada pela primeira vez com a música de Mendelssohn pelo Dr. Williams Commings, em 1855, o organista da Abadia de Waltham (Uma Igreja Luterana da Alemanha, em Leipzig).

“Feliz Natal”

“Feliz Natal” – Dep. Infantil Prisminha da UNASP (IASD). Não tenho informação sobre a autoria da letra nem da música.

“Holy Lamb of God”

“Holy Lamb of God” (“Santo Cordeiro de Deus”)
Cantada por Don Moen – Album “A Season of Hope” (2012).

“Sing We Now of Christmas”, “Veni, Veni, Emmanuel” e “Immanuel”

“Immanuel” (Medley: “Sing We Now of Christmas”, “Veni, Veni, Emmanuel” e “Immanuel”), de Michael W. Smith, Album “Christmastime” (1998).
“Immanuel” – composta por Michael W. Smith.
“Sing We Now of Christmas” (“Cantemos agora sobre o Natal”) é uma canção de Natal tradicional francesa do séc. XV (“Noël nouvelet”, “Novo Natal”), traduzida para o inglês no século XVII-XVIII com o título que conhecemos agora. Noël significa “nascer”.
“Veni, Veni, Emmanuel” é um texto latino Eclesiástico do século VIII, IX ou XII, de compositor anônimo.
Foi traduzida por John Mason Neale (1851) e revisada por ele em 1861.
Melodia: de Thomas Helmore (1851).
Sobre esta música eu deixo maiores informações adiante, em outra canção de Natal chamada “O come, o come, Immanuel” (“Ó vem, ó vem, Emanuel”).

“Immanuel has come”

“Immanuel has come” (“Emanuel chegou”).
Composição e letra de Don Moen – Album “A Worship Experience for Christmas” (1996).

“Joy to the World”

“Joy to the World” (“Vinde, Cantai!” – Jesus nasceu).
Cantora: Anne Murray, CD “Christmas Wishes”.
Aqui neste vídeo eu não coloco a tradução literal da música, mas como ela é cantada em Português: “Vinde, Cantai! Jesus nasceu”.
A melodia atual é de Lowell Mason (1848), a 4ª versão da música a ser publicada, não Georg Friedrich Häendel (1685-1759), como se pensa.
Tradução em português (“Vinde, Cantai!” Jesus nasceu) é de Guaracy Silveira (1893-1953).

A letra é de Isaac Watts (1719). Seus versos são uma interpretação cristã do Salmo 98. Ele não escreveu isso para ser originalmente uma canção de Natal, já que a letra reflete a Segunda Vinda de Cristo (v.9). Na primeira e na segunda estrofes, ele descreve o céu e a terra se regozijando com a vinda do Rei.
A terceira estrofe alude a Gn 3: 17-19 (a maldição de Deus sobre Adão e Eva), não ao salmo, e fala das bênçãos de Cristo estendendo-se vitoriosamente sobre o reino do pecado. A alegre repetição da frase “até onde a maldição for encontrada” (“Far as the curse is found”) fez com que esta estrofe fosse omitida, mas pode ser perfeitamente entendida pelos olhos do NT:

No more let sins and sorrows grow, — (Não deixe mais os pecados e tristezas crescerem,)
Nor thorns infest the ground; — (Nem espinhos infestarem o solo;)
He comes to make — (Ele vem para fazer)
His blessings flow — (Suas bênçãos fluírem)
Far as the curse is found, — (Até onde a maldição for encontrada)
Far as the curse is found, — (Até onde a maldição for encontrada)
Far as, far as the curse is found — (Até onde a maldição for encontrada)

A quarta estrofe celebra o governo de Cristo sobre as nações. As nações são chamadas a celebrar porque a fidelidade de Deus à casa de Israel trouxe salvação ao mundo.
A música recebeu dois nomes anteriormente: “Antioquia”, que foi atribuído como sendo de G. F. Haendel, e “Conforto”, possivelmente como uma homenagem a “Confortai” (“Comfort ye”) de Handel também.

“Vinde, Cantai! Jesus nasceu”

“Vinde, Cantai! Jesus nasceu” (“Joy to the World” – instrumental) – aqui eu coloquei as quatro estrofes, como foi traduzida em Português por Guaracy Silveira (1893-1953).

“Joyful, joyful, we adore thee” / “O canto da alegria”

“Joyful, joyful, we adore thee” (“Alegres, alegres, nós te adoramos”).
Aqui neste vídeo é cantada pelo coral infantil “God’s Kids Worship”.
Compositor: Henry van Dyke (1852-1933) em 1907.
Música original: “Hymn of Joy” (“Hino à alegria”) ou “Ode to Joy” (“Ode à alegria”); em alemão: “Ode an die Freude”.
Poema escrito por Friedrich Schiller em 1785.
Melodia: Ludwig van Beethoven (1822), como parte da sua 9ª e final sinfonia.
A minha letra, escrita aqui com a mesma música de Beethoven, em “O canto da alegria”, me veio como uma inspiração no dia 31/12/19.

“Mary did you know?”

“Mary did you know?” (“Maria, você sabia?”).
Neste vídeo o cantor é Clay Aiken – Album “Merry Christmas with Love” (2004).
Letra de: Mark Alan Lowry (1984).
Música de: Buddy Greene (1991).
Os dois são membros da Igreja Batista e a letra se desenvolveu a partir de uma série de perguntas que Lowry escreveu para um programa de Natal em sua igreja. Suas próprias palavras são: “Eu apenas tentei colocar em palavras o insondável. Comecei a pensar nas perguntas que teria para ela se eu me sentasse e tomasse um café com a Maria. “Você sabe, como foi criar Deus? O que você sabia? O que você não sabia?””

Em vez de ter essas perguntas respondidas na canção, a letra leva o ouvinte a imaginar o relacionamento entre Maria e Jesus, seu filho divino recém-nascido. Com certeza, ela sabia que Ele era o filho de Deus, pelas palavras recebidas do anjo, e que tinha vindo como o Salvador da humanidade, mas não sabia como isso se desenvolveria até Ele cumprir finalmente Sua missão. E a letra descreve os milagres de Jesus, mostrando Sua majestade e Seu poder sobre as forças da natureza e curando os doentes do corpo, da alma e do espírito. A música recebeu muitas críticas, tanto de católicos como de Batistas, por razões diferentes, mas acabou cumprindo o seu papel, que foi exaltar a Deus, nesse milagre de encarnação. Mais tarde, ela foi usada num musical de palco, escrito por David Guthrie e Bruce Greer.

Isso foi o resultado das minhas pesquisas, porém, a experiência que tive com ela é um pouco difícil de colocar em palavras, pois acho que até seus autores não tinham a compreensão espiritual de onde ela é capaz de mover e tocar, as implicações de cada palavra e cada verso lá. Por um lado, a letra exalta a Deus na pessoa de Jesus, ao mencionar Seus milagres entre os homens e a Sua humildade, pois o Deus Eterno, que é Espírito, portanto, sem limitação de um corpo físico, por amor aos homens se despojou desta glória e encarnou num corpo frágil de um bebê para fazer parte da humanidade, sentir suas aflições e mostrar através de Si mesmo, de Sua vida humana, o que é vencer o pecado e se livrar da ira do Pai por causa do pecado do ser que Ele criou no Éden; ou seja, conquistar a salvação eterna. Por outro lado, a música pode gerar outras reações no mundo espiritual.

Uma coisa mexeu demais comigo, ao cantar a canção mencionando nome de Maria a cada estrofe. Era como se fosse um invocativo, posso dizer assim. Ora, Maria foi apenas uma serva de Deus, uma menina e uma mulher corajosa que aceitou ser um vaso nas mãos de Deus sem questionar Sua autoridade ao escolhê-la como um instrumento para que o Messias pudesse vir ao mundo. Maria morreu como todos os outros seres humanos e, sem entrar no mérito de querer discutir religião, o que todos sabem é que ela não faz parte da Trindade. Por isso, Jesus mesmo, deu uma resposta aparentemente rude à sua pessoa diante daquela mulher que estava se referindo a ela como bendita por tê-lo amamentado (Lc 11: 27-28: “Ora, aconteceu que, ao dizer Jesus estas palavras, uma mulher, que estava entre a multidão, exclamou e disse-lhe: Bem-aventurada aquela que te concebeu, e os seios que te amamentaram! Ele, porém, respondeu: Antes, bem-aventurados são os que ouvem a palavra de Deus e a guardam!”). Em outras palavras: prevendo a idolatria posterior em torno de Maria, Jesus já estava corrigindo isso, dizendo que havia algo maior do que os laços carnais a serem respeitados. Maria foi um vaso escolhido por Deus para gerar em Seu ventre o Filho de Deus, mas bem-aventurados os que entendessem isso, pois sua adoração chegaria ao lugar certo, ou seja, a Deus, pela obediência à Sua palavra. Maria não era bendita ou exaltada por ser mãe de Jesus, pois Jesus, sendo Deus, não precisava de mãe; porém, ela era bendita por ter sido obediente a Deus quando foi escolhida por Ele para essa missão.

E como já sabemos, quando uma figura humana ou uma imagem de escultura é adorada, essa adoração não tem o direito de ser recebida pela pessoa ou pelo objeto a quem está sendo direcionada, nem pode ser recebida por uma pessoa que já morreu e não está mais entre nós, mas é recebida por um representante das trevas, ou seja, um demônio. E no caso de Maria, trata-se de um demônio de alta hierarquia, um Principado, que recebeu muitos nomes durante as eras da humanidade, bem antes do povo judeu ser punido por Deus por seus atos de idolatria. Ao ser instituído o Catolicismo Romano no século IV, e por interesses políticos e eclesiásticos para atrair pagãos para a nova religião do império, esse Principado passou a ser adorado como “Maria” ou “Nossa Senhora”.

Cada um de nós tem uma sensibilidade espiritual e um dom específico dado por Deus e deve usá-lo corretamente (Lc 12: 48: “Aquele, porém, que não soube a vontade do seu senhor e fez coisas dignas de reprovação levará poucos açoites. Mas àquele a quem muito foi dado, muito lhe será exigido; e àquele a quem muito se confia, muito mais lhe pedirão”). E quando nós assumimos nosso chamado (não tão simples, às vezes), nós nos deparamos com um dilema: pronunciar ou não certas palavras, cantar ou não certas músicas e até profetizar ou não certas coisas que podem trazer um efeito contrário ao que desejamos. E foi isso que aconteceu comigo ao cantar essa música em inglês, que gosto muito, inclusive, ao repetir o nome “Mary” e depois mencionar as maravilhas do poder de Deus. Isso acabou me colocando numa verdadeira guerra espiritual como se eu pessoalmente estivesse provocando Satanás, ao exaltar o nome de Jesus, e por outro lado me colocando em desacordo com Deus, misturando-O com uma entidade espiritual que, justamente por ter sido um querubim da guarda, responsável pelo louvor a Deus no Éden (Lúcifer), sempre desejou o louvor e a adoração para si mesmo. Como eu disse antes, ao cantar a canção mencionando nome de Maria a cada estrofe era como se fosse um invocativo, e o Principado se achava no direito de receber o louvor que estava sendo cantado.

E assim, eu só consegui me livrar daquela situação de opressão que eu estava sentindo quando troquei algumas palavras na música em inglês, em vez de usar a palavra original. Entendam o que eu quero dizer: não estou criticando quem escreveu a letra, pois o intuito foi outro, nem quero dizer que ninguém pode mais cantá-la, nem quero fazer uma gravação especial com uma paráfrase. O que estou tentando transmitir para os irmãos que têm entendimento profundo das coisas espirituais é a consciência das ciladas que o inimigo coloca um filho ou uma filha de Deus, quando suas raízes espirituais foram de idolatria. E quem no planeta não está ligado de uma forma ou de outra a este Principado? Cristãos e Judeus foram afetados por ele em algum momento de sua vida. Ele participou e participa de toda religião em cima do planeta. Então, ao ministrar o meu louvor a Deus e orar no Natal pelos irmãos em Cristo para Deus abençoá-los, eu recebi do Espírito Santo a estratégia de dizer: “Brothers, did you know that this baby boy would one day walk on water?,” ao invés de: “Mary, did you know that your baby boy would one day walk on water?” Espero que você tenha captado a profundidade da minha experiência e do aprendizado que o Senhor quis dar a todos nós. Amém?

“My Christmas Prayer”

“My Christmas Prayer” (“Minha oração de Natal”).
Don Moen – Album “A Season of Hope” (2012).

“Natal, Feliz Natal” / “The First Noel”

“Natal, Feliz Natal” (“The First Noel”).
Canto do Hinário Adventista 44 – Não tenho informação sobre a autoria da letra nem da música.
“The First Noel” é uma canção de Natal tradicional inglesa da Cornualha do início do século XVI ou antes. A forma atual foi publicada em dois hinários [“Carols Ancient and Modern” (1823) e “Gilbert e Sandys Carols” (1833)] por William Sandys e Davies Gilbert no século XIX. Noël vem do verbo Latino “nasci”, que significa “nascer”.
Aqui se encontram os dois vídeos, com a letra em Português e em Inglês.

“Noite de Paz” / “Silent night”

“Noite de Paz” (“Silent night”) – Harpa Cristã Nº 120.
Os vídeos em Português são cantados, respectivamente, pelo grupo Voices e pelo coral infantil. A música em Inglês é cantada pela banda “The New Horizons”.
Compositor Anônimo de “Noite de Paz” – a 2ª versão em Port. de “Silent night”.
Música: Franz Xaver Gruber (1787-1863) em 1818, em Oberndorf, Áustria.
Letra original: Josephus Franciscus Mohr (Josef Mohr – 1792-1848), um padre e escritor católico romano austríaco.

“O come all ye faithful” (“Adeste Fideles”) / “Oh! Vinde, fiéis”

“O come all ye faithful” (em latim: “Adeste Fideles” – “Vinde, fiéis”).
Cantada por Anne Murray – CD “O come all ye faithful” (1988).
Em Português, a música recebeu o nome “Oh! Vinde, fiéis”, aqui cantada pelo Coral Evangélico de São Paulo.
Autor: Rei João IV de Portugal ou monges cistercienses (beneditinos reformados) em data anterior.
Publicado por John Francis Wade (1751).
Tradução: Frederick Oakeley (4 versos originais em Latim).
Jean-François Étienne Borderies (1822), um padre católico francês, acrescentou 3 versos.
William Thomas Brooke traduziu os três versos.
Arranjo musical: artista desconhecido.
O 8º verso, de autor desconhecido (1850), é cantado na festa católica da “Epifania” (No cristianismo ocidental, é lembrada a visita dos magos a Jesus, 12 dias após Seu nascimento, representando a manifestação de Cristo aos gentios – Mt 2: 1–12). A palavra ‘Efifania’ (em latim, epiphanīa), vem do grego ἐπιφάνεια, epipháneia, que significa ‘manifestação’ ou ‘aparecimento’. Ela é derivada do verbo φαίνειν, phainein, que significa ‘aparecer’, pois comemora a manifestação de Jesus Cristo como Deus encarnado. No cristianismo oriental, a Epifania lembra o batismo de Jesus.

“O come, o come, Immanuel”

“O come, o come, Immanuel” (“Ó vem, ó vem, Emanuel”; do latim: “Veni, Veni, Emmanuel”).
Cantado pela banda “Sugarland” – Album “Gold and Green”.
Como eu disse na música de Michael W. Smith vista acima (“Immanuel”), aqui eu falo um pouco mais sobre a letra latina “Veni, Veni, Emmanuel”.
“Veni, Veni, Emmanuel” é um texto latino Eclesiástico do século VIII, IX ou XII, de compositor anônimo. É um hino cristão para o Advento (Começa quatro domingos antes do Natal).
A versão latina original tem cinco versos. Outros 4 foram adicionados mais tarde.
Traduzida por John Mason Neale (1851). Revisada por ele em 1861.
Thomas Helmore (1851) lhe deu uma melodia francesa do século XV, ligada a cantos processionais para enterros (de origem Franciscana), mas muito provavelmente, ela é de origem anterior.
Os cinco versos principais versos refletem textos proféticos do AT e seu cumprimento (Is 7: 14; Mt 1: 23; Is 11: 1; Lc 1: 78; Is 22: 22; Is 9: 6):
“Eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho e lhe chamará Emanuel” (Is 7: 14).
“Eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho, e ele será chamado pelo nome de Emanuel (que quer dizer: Deus conosco)” (Mt 1: 23).
“Do tronco de Jessé sairá um rebento, e das suas raízes, um renovo” (Is 11: 1).
“... graças à entranhável misericórdia de nosso Deus, pela qual nos visitará o sol nascente das alturas” (Lc 1: 78).
“Porei sobre o seu ombro a chave da casa de Davi” (Is 22: 22).
“O governo está sobre os seus ombros” (Is 9: 6).

“O Holy Night” / “Santa Noite”

“O Holy Night” (“Santa Noite” ou “Ó Noite Santa”).
A música em Inglês usada neste vídeo é cantada por Kenny Rogers. Em Português (“Santa Noite”), ela é cantada pelo Jovem Coral UNASP, com a participação de Frederico Braun, Júlio Motta, Kelson Fernandes – Cantata “Um Natal inesquecível” (2008).
“Santa Noite” ou “Noite Santa” (título original: “Cantique de Noël”, “Canção de Natal”) é uma canção sagrada do Natal.
Ela foi baseada em um poema do poeta francês Placide Cappeau (1843). O primeiro verso é: “Minuit, Chrétien, c’est l’heure solennelle” (“Meia-noite, cristão, é a hora solene”). A canção faz uma reflexão sobre o nascimento de Jesus como a redenção da humanidade.
Em 1847, Adolphe Charles Adam compôs a música. Ele foi um compositor, professor e crítico musical francês.
A versão em inglês de John Sullivan Dwight (1855) tem pequenas alterações na melodia original.
Vários cantores gravaram a música, por isso, algumas versões alteram um pouco a letra original, inclusive omitindo a segunda estrofe:

Led by the light of faith serenely beaming, — (Guiados pela luz da fé que irradia serenamente,)
With glowing hearts by His cradle we stand. — (Com corações brilhantes junto ao Seu berço permanecemos.)
So led by light of a star sweetly gleaming, — (Então guiados pela luz de uma estrela brilhando docemente,)
Here came the wise men from the orient land. — (Aí vieram os sábios da terra oriental.)
The King of kings lay thus in lowly manger, — (O Rei dos reis se deitava assim numa humilde manjedoura,)
In all our trials born to be our friend. — (Em todas as nossas provações, nasceu para ser nosso amigo.)
He knows our need, to our weakness no stranger. — (Ele conhece a nossa necessidade, não é estranho à nossa fraqueza.)
Behold your King, before Him lowly bend! — (Eis o seu Rei, diante dEle humildemente se curvem!)
Behold your King, your King, before Him lowly bend! — (Eis o seu Rei, o seu Rei, diante dEle humildemente se curvem!)

A tradução para o Português também é difícil de se determinar a autoria por causa das diferentes denominações cristãs que já cantaram e gravaram a música.

“Pequena Vila de Belém” / “O little town of Bethlehem”

“Pequena Vila de Belém” (“O little town of Bethlehem”).
Neste vídeo a música é cantada por André Valadão – Álbum “Clássicos de Natal”.
Em inglês (“O little town of Bethlehem”) ela é cantada pela banda “The New Horizons”.
Autor: Phillips Brooks (1835–1893), um padre episcopal, que se inspirou ao visitar a vila de Belém no distrito otomano de Jerusalém em 1865. Três anos depois, ele escreveu o poema para sua igreja e seu organista Lewis Redner (1831–1908) adicionou a música. Brooks se inspirou em Mq 5: 2: “E tu, Belém-Efrata, pequena demais para figurar como grupo de milhares de Judá, de ti me sairá o que há de reinar em Israel, e cujas origens são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade”.
Versão para o Português: Salomão Barbosa Ferraz (1880-1969), inicialmente ministro presbiteriano, depois clérigo anglicano e, finalmente, bispo católico em 1959.

“Sino de Belém”

“Sino de Belém” (“Jingle Bells”).
Aqui eu pus dois vídeos, um é o da Cantada das Crianças – HSBC e o outro um karaokê com essa música tão popular.
A versão para o Português é Evaldo Rui Barbosa (1913-1954), um compositor e radialista católico. Ele fez alusão ao nascimento de Jesus. Mas a origem dela em inglês “Jingle Bells” não tem a ver exatamente com o Natal, do ponto de vista bíblico.
“Jingle Bells” foi escrita por James Lord Pierpont (1822-1893) em 1857, um organista americano, compositor, arranjador, soldado confederado (1861-1865) e filho de um pastor Unitarista.
O nome original da música era “One Horse Open Sleigh” (1857). Somente em 1859 ela foi lançada com o título de “Jingle Bells”.

Ela foi feita para ser cantada por um coral da escola dominical no Dia de Ação de Graças (Uma festa instituída pelos colonos puritanos em Plymouth, Massachusetts em 1620) ou como uma canção para beber (um tipo de canção cantada em eventos ou situações que envolvam o consumo de bebidas alcoólicas). Embora não tenha nenhuma conexão original com o Natal, tornou-se associado à música de inverno e de Natal nas décadas de 1860 e 1870, e foi apresentado em uma variedade de canções de salão e textos literários de universidades na década de 1880. Foi gravada pela primeira vez em 1889 em um fonógrafo; esta gravação foi perdida, mas uma gravação de 1898 sobreviveu (fonte: wikipedia.org).

A canção reflete a alegria de um jovem por andar pela neve com sua amada em um trenó puxado a cavalo e a diversão de vê-lo cair em uma ladeira e capotar por causa da velocidade do animal e de sua magreza. No século XIX era comum encurtar os rabos dos cavalos e enfeitá-los com sinos, para evitar colisões com outros trenós na neve. Assim, sua letra original nada tem de bíblico em relação ao Natal. Mas, com arranjos posteriores dando uma melodia mais simples para o refrão, e por agradar ao público e à mídia por essa melodia alegre, ela passou a ser divulgada como uma canção natalina.

Segundo a informação dada pela Wikipedia em inglês, “uma canção para beber (A drinking song) é um tipo de canção cantada em eventos ou situações que envolvam o consumo de bebidas alcoólicas. Cantada individualmente ou em conjunto, ela serve sobretudo para promover o clima festivo e o sentido de comunidade da mesa ou da festa da bebida. É uma música calorosa, que é cantada enquanto se bebe álcool”; a meu ver, como um encontro de músicos universitários amadores ou outros artistas ou boêmios mesmo. Difícil de captar exatamente o sentido, mas possível de ocorrer devido às ocupações do autor como soldado confederado (1861-1865), além de compositor, arranjador e organista da igreja Unitarista de seu pai. “Jingle Bells”, sem dúvida, tem uma melodia alegre e cativante, mas realmente sua letra não traz a consciência bíblica devida ao nascimento de Cristo, nem nos faz sentir a presença do Espírito Santo como em muitas outras músicas sacras de Natal. De qualquer forma, a tradução em Português faz menção ao nascimento do nosso Salvador, em meio à alegria dos sinos e da oração na capela, na companhia de uma pessoa querida.

“Son of God”

“Son of God” (“Filho de Deus”).
Composição de Michael W. Smith – Album “It’s a wonderful Christmas” (2007).

“The Promise”

“The Promise” (“A promessa”)
Composição de Michael W. Smith – Album “It’s a wonderful Christmas” (2007).

“We Three Kings”

“We Three Kings” (“Nós três reis”).
Neste vídeo, cantada pelo coral infantil “Love to sing”.
Letra e música de John Henry Hopkins Jr. (1820-1891). Foi composta em em 1857 com o nome de “We Three Kings of Orient Are” (“Nós somos três reis do Oriente”). John Henry Hopkins Jr. foi um clérigo e hinodista americano, da Igreja Episcopal de Cristo em Williamsport, Pensilvânia, uma igreja anglo-católica. Originalmente, o hino foi cantado dentro de seu círculo de familiares e amigos. Depois, por causa da popularidade que alcançou entre eles, Hopkins decidiu publicar a canção em 1863 em seu livro “Carols, Hymns, and Songs”. Ele escreveu a canção para uma peça teatral de Natal em Nova Iorque.

A canção foi organizada de tal forma que três meninos cantassem os versos solo em seqüência, representando os três magos que vieram visitar Jesus, intercalados pelas vozes do coral infantil cantando o refrão sobre a beleza da estrela que os conduziu à manjedoura. O primeiro e o último verso são cantados pelos três reis juntos. Não é exatamente uma canção alegre, pois seus versos mostram a natureza sombria da missão salvadora de Jesus: Sua vida de provação, Sua morte e depois Sua ressurreição, o que a torna semelhante a uma música da Idade Média ou do Oriente Médio. Embora o evangelho de Mateus não mencione o número dos magos, nem seus nomes nem a procedência deles, a palavra profética de Isaías 60: 6-7 (citando Midiã, Efa ou Efá e Sabá; Nebaiote e Quedar; filhos e descendentes de Abraão – 1 Cr 1: 29-31; Gn 25: 12-18; Gn 28: 9) nos dá uma idéia de sua origem oriental e seu número de três por causa dos presentes oferecidos a Jesus: ouro, incenso e mirra. Quanto ao fato de serem considerados reis, é uma posição errônea baseada no Sl 68: 28-29, uma vez que não é considerado, a priori, um salmo messiânico, como o Sl 72: 9-11; 15 também não é, embora fale de presentes ao rei justo e mencionem Társis, Sabá e Sebá como oferecedoras de presentes a ele.
Mas, sem dúvida, é uma canção que nos leva a participar desse momento importante da vida de Jesus, onde a reverência de nações pagãs ao Rei dos reis pode ser sentida.

“Welcome to our world”

“Welcome to our world” (“Bem-vindo ao nosso mundo”).
Composição: Michael W. Smith – Album “Christmastime” (1998).

“What child is this” / “Que menino é esse?”

“What child is this” (“Que criança é esta?”).
Neste vídeo, cantada por Cristy Lane – Album “30 Christmas Classics”.
Letra: Willian Chatterton Dix (1837-1898) em 1865.
Ele não era um clérigo, mas gerente de uma companhia de seguros marítimos em Glasgow, Escócia.
Arranjo musical: John Stainer (1840-1901).
Melodia original: “Greensleeves”, de autor desconhecido; mais provavelmente, baseada em um estilo italiano de composição que era mais comum no período de Elizabeth I da Inglaterra (r. 1558–1603). “Greensleeves” é erroneamente atribuída a Henrique XVIII (1491-1547). Isso é apenas um mito. O título “Greensleeves” (“Mangas verdes”) tem várias interpretações sobre o significado da cor verde na época, mas nenhuma delas pode ser tomada como correta.

“Que menino é esse?”
Letra e vídeo de minha autoria, por inspiração do Espírito Santo em 04/12/2010 para enviar para os amigos no Natal.
Música original: “What child is this” (de “Greensleeves”).
Piano: Michael W. Smith – Álbum: “It’s a Wonderful Christmas” (2007).

Fonte de Pesquisa: Wikipedia.org e Hymnary.org, entre outras.


Autora: Pastora Tânia Cristina Giachetti

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