Aprendizados com Jacó, que nasceu segurando seu irmão gêmeo, Esaú, pelo calcanhar. Quando lutou com o anjo no vau de Jaboque e prevaleceu, seu nome foi mudado para Israel, pois ele aprendeu a lutar da maneira de Deus, não na força da carne.


Personagens bíblicos – Jacó




Textos de referência: Gn 25: 21-32 e Gn 27 a Gn 35

Resumo:

Rebeca era estéril e Isaque intercedeu por ela junto ao Senhor. Ela engravidou e os dois filhos lutavam no seu ventre: Esaú e Jacó. Foi quando Deus lhe falou que dela nasceriam duas nações e o filho mais velho serviria ao mais novo. Ao nascer, o primogênito era ruivo e peludo, por isso o nome Esaú (= peludo, cabeludo). Jacó nasceu em seguida, segurando o irmão pelo calcanhar, por isso seu nome (Ya’aqõbh = ele agarrava, suplantador, enganador, o que segura pelo calcanhar; outra tradução para o seu nome é ida e vinda, aquele que oscila; o que enverga, mas não quebra).

“Os meninos cresceram e Esaú se transformou em perito caçador e homem do campo; Jacó, porém, homem pacato (hebr., ‘cuidava do rebanho’), habitou em tendas. Isaque amava Esaú, porque se saboreava de sua caça; Rebeca, porém, amava Jacó” (Gn 25: 27-28). Jacó fez um cozido de lentilhas e Esaú veio faminto do campo; pediu, então, a Jacó que o deixasse comer do cozido vermelho. Jacó, entretanto, se valendo da fraqueza do irmão, pediu a ele que lhe vendesse o direito de primogenitura. Esaú, com muita fome e pensando nas suas necessidades imediatas, vendeu seu direito de primogenitura ao irmão e jurou. Desprezar essa bênção era desprezar o direito de ter a bênção dobrada do pai, além da liderança da família e da descendência. Quando Isaque envelheceu e não enxergava mais como antes, chamou Esaú, pediu que saísse ao campo, apanhasse alguma caça e lhe fizesse uma comida saborosa; assim, o abençoaria como primogênito antes de morrer. Enquanto Esaú foi caçar, Rebeca disse a Jacó o que tinha escutado e, por meio de uma fraude, planejou enganar Isaque para que Jacó ficasse com a bênção da primogenitura. Rebeca cozinhou dois cabritos para Isaque. Com a pele dos animais cobriu as mãos e o pescoço de Jacó. Pegou a roupa de Esaú e colocou-a no filho mais novo. Este se foi ao pai levando a comida e os pães preparados por Rebeca. Ao tocá-lo, Isaque percebeu que o pescoço e as mãos eram peludos como os de Esaú, assim como o cheiro de sua roupa era de seu filho mais velho, embora o tom da voz fosse de Jacó. Então, o abençoou: “Eis que o cheiro do meu filho é como o cheiro do campo, que o Senhor abençoou; Deus te dê do orvalho do céu, e da exuberância da terra, e fartura de trigo e de mosto. Sirvam-te os povos, e nações te reverenciem; sê senhor de teus irmãos, e os filhos de tua mãe se encurvem a ti; maldito seja o que te amaldiçoar, e abençoado o que te abençoar” (Gn 27: 27-29). A bênção da descendência era semelhante à que Deus tinha feito a Abraão, assim como Sua promessa de proteção. Quando Esaú voltou e descobriu a fraude, se entristeceu. Passou a odiar o irmão e planejou matá-lo. Rebeca, para proteger Jacó, lhe contou das intenções do irmão e o aconselhou a deixar sua casa e partir para a terra de seu tio Labão (irmão de Rebeca) em Harã. Nem Isaque, nem Rebeca queriam que Jacó se casasse com mulher cananéia como Esaú tinha feito. Isaque quis que Jacó tomasse por esposa alguém da casa de Rebeca. Assim, abençoou mais uma vez o filho (Gn 28: 3-4) com a bênção de Abraão (Gn 17: 4-8): a bênção da família, da prosperidade e da intimidade com Deus. Jacó rumou para Padã-Arã à casa de Labão, irmão de Rebeca, filha de Betuel.

Jacó saiu de Berseba para Harã. Depois de muito caminhar, chegou a um lugar para passar a noite, deitou-se e colocou sua cabeça sobre uma pedra como travesseiro. Teve um sonho de uma escada que subia até o céu e por ela os anjos de Deus subiam e desciam. Viu, então, o Senhor perto dela lhe confirmando a bênção de Abraão e Isaque sobre aquela terra e sobre sua descendência (Gn 28: 13-15). Ele prometeu Sua proteção a Jacó até ele voltar ali. Quando despertou do sono, ergueu uma coluna com a pedra sobre a qual estivera deitado e entornou azeite sobre ela. Àquele lugar chamou Betel (A casa de Deus), pois o Senhor ali lhe aparecera. Jacó fez um voto a Deus de dar-Lhe o dízimo (Gn 28: 20-22; Gn 31: 13) se sua viagem tivesse sucesso (Gn 12: 8 fala que ali mesmo Abraão fez um altar ao chegar à terra de Canaã).


Jacó encontra Raquel


Ao chegar a Harã, conheceu Raquel que pastoreava o rebanho de seu pai com outros pastores, e estava junto a um poço. Jacó amou Raquel logo que a viu. Ela correu para casa e falou a seu pai que tinha conhecido seu primo. Jacó ficou com Labão por um mês. Labão, então, pelo serviço de Jacó, quis lhe dar um salário. Como Jacó amava Raquel e ela era de todo bela, disse ao seu pai que o serviria sete anos por ela. Entretanto, Raquel era a mais moça. A mais velha se chamava Lia, não tão bela quanto Raquel, mas seus olhos eram delicados, amáveis, diz a bíblia (palavra traduzida por ‘olhos baços’). Por sete anos Jacó serviu a Labão por amor a Raquel. No final do prazo Jacó a pediu em casamento. No dia do enlace, o pai da moça usou de engano e lhe deu Lia. Quando Jacó descobriu o que fizera o sogro, se enfureceu muito, mas o velho só lhe prometeu Raquel após uma semana e, por ela, o genro teria que trabalhar mais sete anos.

Raquel era estéril. Vendo o Senhor que Lia era desprezada, fê-la fecunda e concebeu o primeiro filho de Jacó e lhe deu o nome de Rúben (Re’ubhen, no massorético; ou Rã’â be‘onÿi, no hebraico), que significa: ‘o Senhor olhou para minha aflição’ ou ‘eis um filho’. A competição começou entre as duas irmãs e até suas servas (Zilpa, serva de Lia, e Bila, serva de Raquel) participaram.

Assim, de Lia nasceram: Rúben (1º), Simeão (2º – Shim‘ôn = Deus ouviu, aquele que ouve), Levi (3º – Lewi, da raiz lãwâ = juntar; portanto, Levi = unido, ligado, aderido), Judá (4º – Yehüdhâ = louvado, celebrado, festejado em louvor (ydh) ao Senhor), Issacar (9º – ’ïsh = homem; e sãkhãr = salário, trabalhador alugado, pois Lia comprou de Raquel o direito de coabitar com Jacó por um punhado de mandrágoras) e Zebulom (10º = exaltar). Deu também à luz uma filha que chamou Diná = inocente, absolvida, julgada.

De Bila nasceram: (5º – Deus me julgou, Deus é juiz) e Naftali (6º – Naftali, do hebr. Naphtãlï = lutador, pois disse Raquel: com grandes lutas tenho competido com minha irmã e logrei prevalecer).

De Zilpa nasceram: Gade (7º = boa sorte, afortunado ou uma tropa está vindo) e Aser (8º – ’ãsher, feliz, bem-aventurado, tesouro).

Deus ouviu o clamor de Raquel e a fez fértil. Ela concebeu e deu a Jacó um filho que chamou José (11º), originado do verbo Yãsaph = adicionar, portanto, yôseph = que Deus adicione (filhos), pois Raquel pediu a Deus que lhe desse outro filho. Assim, após o nascimento do seu 11º filho, ele pediu a Labão que o deixasse partir de volta à sua terra. Labão reconheceu que tinha sido abençoado por Deus por causa de Jacó e não quis deixá-lo ir. Jacó pediu que Labão lhe dissesse, então, o que ele queria e foi combinado que os cordeiros, ovelhas e cabras negras, salpicadas e malhadas seriam dele (Jacó), e os sem mancha, de Labão. Assim, com o rebanho ele poderia sustentar sua família.

Labão, porém, separou os bodes listrados e malhados e todas as cabras salpicadas e malhadas naquele mesmo dia e os cordeiros negros e os entregou aos seus filhos para que os colocasse à distância de três dias de jornada de Jacó. Sem os machos listrados do rebanho, as possibilidades de Jacó eram mínimas. Por isso, Deus lhe deu uma estratégia. Removeu a casca de varas verdes de álamo, aveleira e plátano e as colocou em frente ao rebanho. Quando as ovelhas concebiam diante das varas, davam crias listadas, salpicadas e malhadas. Ele colocava as varas quando o rebanho forte ia conceber. Quando era o fraco, não as colocava. Assim, as fracas eram de Labão e as fortes, de Jacó. Pelo rebanho, Jacó trabalhou para Labão mais seis anos. Enriqueceu e teve também servos, camelos e jumentos.

Assim, Jacó ouviu de Deus que era tempo de retornar à sua terra, pois o Senhor seria com ele. Por dez vezes Labão mudara o salário de Jacó naqueles anos, mas nenhum mal lhe acontecera porque a mão do Senhor estivera com ele e Deus tinha visto tudo o que Labão lhe fizera. Por quatorze anos serviu Jacó por causa das filhas de Labão e seis anos por causa do seu rebanho. Jacó saiu com todos os seus pertences, gado, filhos e mulheres. Mas Raquel furtou os ídolos do lar que eram de Labão. Jacó fugiu sem que Labão soubesse. Quando este soube de tudo, o perseguiu e o alcançou no 7º dia e lhe pediu conta de seus deuses roubados. Jacó jurou que aquele com quem Labão achasse seus ídolos morreria, pois não sabia que estavam com Raquel. Labão procurou, entretanto, não os encontrou. Mesmo assim, quis ficar com as filhas, com os netos e com o rebanho. Jacó discutiu com ele e fizeram uma aliança, colocando Deus entre os dois para julgá-los e prometeu que não faria mal nenhum às suas filhas e aos seus netos, nem tomaria outras esposas para si. Assim, Jacó partiu.

Quando estava chegando à Terra Prometida Deus lhe enviou anjos que saíram a encontrá-lo e não só lhe asseguravam proteção, mas confirmavam a promessa divina para ele e para Seu povo escolhido. Àquele lugar se chamou Maanaim (Mahanayin, hebr.), que quer dizer, dois acampamentos ou dois exércitos (por causa dos anjos – Gn 32: 2). Ele precisava se sentir seguro, pois se encontraria com Esaú. Jacó lhe deu um rico presente do seu rebanho com o intuito de lhe aplacar a ira; ainda tinha medo dele. Naquela noite ficou no acampamento. Levantando-se de noite, tomou sua família e transpôs o vau de Jaboque, levando com ele tudo o que lhe pertencia. Quando ficou só, viu-se à frente com um desconhecido e lutou com ele até pela manhã e o estranho, não podendo resistir a ele, tocou-lhe na articulação da coxa, deslocando-a. Jacó não o queria deixar ir sem que o abençoasse. Foi aí que o estranho lhe disse: “... já não te chamarás Jacó, e sim Israel, pois como príncipe lutaste com Deus e com os homens e prevaleceste”. Israel significa: o que luta com Deus (‘como Deus’, no original), vencedor, príncipe de Deus. E o homem o abençoou ali. Segundo alguns estudiosos, o nome Israel é, muito provavelmente, uma compilação do verbo ‘sarar’ e do substantivo El, abreviação comum para Elohim (Deus). Tem a mesma raiz do nome Sara que também vem do verbo sarar, e significa: reinar, governar, ser nobre, principesco. Assim, Israel teria o significado de “Deus luta, Deus persevera, Deus contende, ele será um príncipe com Deus”. Jacó chamou o lugar de Peniel (A face de Deus [do hebraico: Pnuw’el ou Pniylel = Penuel ou Peniel – לאינפ; de: Pney ou Pniy = face – םינפ; e El = Deus – אל], encontro com Deus, lugar de confronto com Deus), pois disse: “Vi a Deus face a face, e a minha vida foi salva”. Conseguiu a bênção que queria, que era reconciliar-se com Esaú. Quando o irmão o viu o beijou e choraram ambos. Depois se separaram indo Esaú para Seir e Jacó para Sucote e edificou ali uma casa e fez tendas para o seu gado (Sucot = tendas); chegou a Siquém, na terra de Canaã e levantou ali um altar e lhe chamou Deus, o Deus de Israel (El-Elohe Israel – Gn 33: 20); ou Poderoso é o Deus de Israel (comentário bíblico – NVI). Comprou aquele campo dos filhos de Hamor, pai de Siquém. Siquém tomou a Diná, filha de Jacó, à força. Pediu ao pai (Hamor) que a comprasse de Jacó, mesmo sabendo que a tinha violentado, pois a amava. Os filhos de Jacó se iraram com a situação e só permitiram que Diná ficasse com ele (Siquém) se fosse circuncidado, assim como todo o seu povo. Como Siquém a amava, fez como os filhos de Jacó disseram e passaram a ser um só povo. Entretanto, no terceiro dia após a circuncisão dos homens, Simeão e Levi tomaram cada um da sua espada e mataram todos os homens da cidade, inclusive Hamor e Siquém, e a saquearam. Jacó repreendeu os filhos, pois ficou com medo da retaliação por parte dos habitantes da terra (Gn 34: 30). O Senhor disse, então, a Jacó que fosse a Betel para ali habitar e lhe erigisse novamente um altar. Jacó purificou seu povo dos deuses estranhos e não foi perseguido por ninguém. Chegou a Betel e edificou um altar ao Senhor, chamando-o de El-Betel. Deus apareceu novamente a ele e confirmou a mudança do seu nome para Israel, reafirmando também a bênção de Abraão e Isaque. Ao partir de Betel, antes de chegar a Efrata (Belém), Raquel deu à luz seu 2º filho, com muito sofrimento e, antes de morrer, deu-lhe o nome de Benoni (filho da minha aflição ou filho da minha dificuldade), mas Jacó lhe deu o nome de Benjamim (filho da minha mão direita ou filho da felicidade). Estava se cumprindo a maldição que lançara sobre aquele que tivesse roubado os ídolos do lar de Labão, pois sem saber que fora Raquel quem os furtara, liberou essa sentença de morte.

Jacó voltou a Hebrom para se encontrar com Isaque, que ainda vivia. Morreu Isaque com cento e oitenta anos e Jacó e Esaú o sepultaram. Em Gn 37: 1 está escrito que Jacó habitou na terra das peregrinações de seu pai, na terra de Canaã. Sua história continua paralela à de José. Faleceu com 147 anos (Gn 47: 28) e foi sepultado em Macpela (Gn 50: 13). Antes, porém, abençoou todos os seus filhos e os filhos de José, mais uma vez na história da família invertendo a posição deles, colocando o mais novo como primogênito (Efraim, o mais novo, ocupou o lugar de Manassés, o mais velho).

Aprendizados práticos com Jacó

1) Visão de Deus para os homens: Deus escolheu Jacó ao invés de Esaú antes do seu nascimento, portanto, Jacó não fez por merecer suas bênçãos, pois o Senhor já o havia designado para patriarca do Seu povo escolhido. Agindo ou não do jeito que agiu, ele herdaria a bênção da primogenitura, pois já fora determinado.

2) Visão humana: Jacó não conhecia a maneira de Deus de fazer justiça e fazer prevalecer Sua vontade na vida dos Seus escolhidos, portanto, agiu na terra seguindo os impulsos do seu coração, tendo por base as dificuldades e as barreiras humanas que procuraram se levantar contra sua bênção, pois sabia que a bênção do avô (a bênção da descendência, da prosperidade e da intimidade com Deus) lhe pertencia. Guerreou por suas bênçãos, até usando métodos errados, mas não abriu mão delas; lutou como muitos de nós, na força do seu braço, até descobrir e conhecer de verdade o Deus a quem servia e confiar Nele totalmente, sabendo que Ele sempre estaria do seu lado. Assim, Deus trabalhou o caráter de Jacó, ensinando-lhe a maneira correta de conquistar suas bênçãos, ao mesmo tempo em que se deu a conhecer a ele lhe revelando Seu caráter e Suas boas intenções. Quando se fala “O Deus de Israel, o Deus de Jacó”, estamos nos referindo à entrega completa e ao encontro com Ele para ser mudado à Sua imagem e semelhança. Isso nos mostra que o encontro verdadeiro com Deus traz mudança real.

3) A fé de Jacó foi aumentada na sua trajetória de vida: é sempre o mesmo processo que Deus usa para se revelar aos homens e aumentar sua fé Nele. Assim como fez com Abraão e com Isaque, através das provas e lutas, o Senhor também aumentou em Jacó sua fé Nele através dos desafios que ele enfrentou. Deus permaneceu sempre fiel à Sua promessa, confirmando-a a ele todas as vezes que conseguia ultrapassar um obstáculo.

4) Inconstância, covardia, outras falhas de caráter como engano e astúcia foram trabalhadas por Deus para transformá-lo num patriarca à altura de Abraão e Isaque; isto quer dizer que houve um amadurecimento. Assim, caminhar com Deus é aprendizado e autoconhecimento, aprimoramento e santificação.

5) Mesmo com falhas de caráter, o temor e a obediência a Deus estavam nele como estava nos seus antepassados, assim como uma determinação forte de ser abençoado e não abrir mão de suas bênçãos por qualquer coisa. Jacó não via empecilhos para fazer o que tinha que ser feito. Conseguiu superar todas as armadilhas que Labão colocou em seu caminho, pois não tirou os olhos do seu projeto nem da sua recompensa. Quando começou a conhecer melhor a Deus e confiar mais Nele, descobriu que com a Sua sabedoria conseguiria saquear o inimigo e vencê-lo, o que de fato ocorreu. Aprendeu a obedecer-Lhe e reconhecer Seu senhorio e Sua mão protetora sobre sua vida, por isso erguia altares ao Senhor quando conseguia atingir mais uma vitória.

6) Soube resistir ao inimigo, não cedeu às suas chantagens e não abriu mão da sua bênção; além disso, deixou a vingança na mão de Deus (Gn 31: 53).

7) O dízimo não é barganha com Deus. Jacó fez um voto com o Senhor de que Lhe daria o dízimo, caso obtivesse êxito nas suas peregrinações, mas não deveria fazê-lo. O seu ato foi muito diferente do de Abraão que deu seu dízimo espontaneamente para Melquisedeque. No caso de Jacó, é a segunda vez que se fala sobre dízimo na bíblia.

Autora: Pastora Tânia Cristina Giachetti

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