Aprendizados com Abraão, ‘o pai da fé’, que saiu de sua terra em Ur dos Caldeus e foi para a terra de Canaã, como Deus lhe mostrou. Ele veio a ser o pai de nações, pois o Senhor fez uma aliança com ele e com seus descendentes.


Personagens bíblicos – Abraão




Textos de referência: Gn 11: 10-32 a Gn 23

Resumo:

Sem, filho de Noé, gerou descendentes, entre eles o avô de Abrão, Naor, que gerou a Terá. Este gerou três filhos: Abrão, Naor e Harã. Harã gerou a Ló e morreu na terra do seu nascimento, em Ur dos caldeus. Abrão casou-se com Sarai, sua meia-irmã por parte de pai (Gn 20: 12), e Naor com Milca, que era filha de Harã. Sarai era estéril. Ur era terra pagã, assim como eram os antepassados de Abrão que aí viveram. Terá saiu de Ur dos caldeus levando consigo a Abrão, Sarai e Ló para a terra de Canaã. Pararam em Harã onde ficaram até a morte de Terá com 205 anos (Gn 11: 31-32). Embora a bíblia fale em Gn 11: 31-32 que Terá, pai de Abrão saiu de Ur dos caldeus levando apenas Abrão, Sarai e Ló, em Gn 22: 20-23, Gn 24: 10 e Gn 25: 20, ela também diz que Naor mandou de Padã-Arã, na Mesopotâmia, a notícia da sua descendência a Abraão e foi para lá que este mandou seu servo para buscar esposa para Isaque, seu filho, na cidade de Naor, na Mesopotâmia – ver mapa no final do capítulo. Isso nos faz pensar que não só Abrão veio junto com Terá de Ur dos Caldeus para Harã, mas toda a família; só ele, Abrão, partiu depois para Canaã, com Sarai e Ló, após o chamado do Senhor.

Em Harã, Abrão ouviu a voz de Deus que lhe disse para sair da sua terra, da sua parentela e da casa de seu pai para ir para uma terra que Ele lhe mostraria. O objetivo de Deus era fazer de Abrão uma grande nação e através dele abençoar todas as famílias da terra. Assim, ele deixou Harã com setenta e cinco anos de idade e partiu para Canaã levando Sarai e Ló e os que estavam com ele (Gn 12: 1-4). Ao chegar a Siquém, ao carvalho de Moré, edificou um altar ao Senhor, onde habitavam os cananeus e Ele lhe confirmou a promessa de dar-lhe aquela terra. Dali partiu para o sul, para Betel (aí também edificou um altar ao Senhor: Gn 12: 8) e para o Neguebe. Abrão partiu para o Egito porque havia fome na terra, mas com medo de ser morto pelos egípcios ordenou a Sarai que lhes dissesse que era sua irmã, não sua esposa. Ela foi levada para a casa de Faraó. Abrão prosperou ali, aumentando o número de pessoas e o gado que estavam com ele. Mas por causa de Sarai, Deus feriu a Faraó com pragas e ele os expulsou do Egito. Abrão novamente subiu para o Neguebe chegando a Betel. Ele e Ló eram muito ricos e, para evitar contendas entre eles por causa de pastagem, se separaram. Ló escolheu as campinas do Jordão, a leste, por serem favoráveis ao gado, e habitou próximo a Sodoma. Abrão ficou a oeste, na terra de Canaã, e ali Deus confirmou pela segunda vez sua promessa de lhe dar aquela terra, assim como à sua descendência. O que Abrão conseguisse percorrer, o Senhor lhe daria (Gn 13: 14-18). Abrão saiu e foi habitar nos carvalhais de Manre, ao Sul, junto a Hebrom.

Naquele tempo, quatro reis da região estavam em guerra contra cinco. O vale onde estavam tinha poços de betume. Alguns fugiram e alguns caíram neles. Os que chegaram a Sodoma e Gomorra levaram todos os bens, inclusive Ló. Abrão saiu com seus homens e os derrotou, trazendo Ló de volta, todos os seus bens, o seu povo e as suas mulheres. Quando voltou vitorioso, o rei de Sodoma veio lhe prestar homenagem pela vitória sobre seus adversários comuns. Melquisedeque (rei cananeu e sacerdote de Salém) também se encontrou com ele e o abençoou. Abrão, como gratidão a Deus, deu o dízimo de tudo a Melquisedeque. Depois de tudo isso, Deus falou novamente com Seu ungido, fortalecendo-lhe a fé Nele de que teria um descendente. Foi aí que o conduziu para fora da tenda e o fez olhar para o céu. Assim como as estrelas, seria o número de seus descendentes. Ele creu no Senhor e isso lhe foi atribuído para justiça, diz a bíblia (Gn 15: 5-6). Ele arriscou a vida, a segurança, a reputação, o futuro e até mesmo o filho com base na palavra de alguém a quem não podia ver, mas em quem cria.

Abrão (Gn 15: 8) estava pedindo ao Senhor um sinal de Sua promessa de que ele possuiria aquela terra (cf. Gn 13: 14-15), para o fortalecimento de sua fé (Gn 15: 6) e a fé da sua posteridade. O texto (Gn 15: 8-21) descreve a maneira antiga de se selar os pactos. Cortava-se o animal ao meio e se passava por entre as duas partes para dizer que o pacto estava feito; em outras palavras, os homens declaravam seu solene propósito de manter o acordo (cf. Jr 34: 18). Nesse caso, podemos notar no v. 17, que apenas uma tocha de fogo, símbolo da glória de Deus, um único representante do acordo, passou entre as metades dos animais e, neste caso, isso simbolizava que a aliança só seria mantida da parte de Deus, pois só Ele poderia cumprir a promessa que havia dado a Abrão: “Naquele mesmo dia, fez o Senhor aliança com Abrão, dizendo: À tua descendência dei esta terra, desde o rio do Egito até ao grande rio Eufrates” (Gn 15: 18). Ainda no v. 17, o fogareiro esfumaçante (NVI) ou fogareiro fumegante (ARA) pode ter sido uma visão profética dada a Abrão em relação à sua descendência no Egito, como escravos de faraó, queimando os tijolos nas fornalhas (Êx 9: 8), com seus olhos escurecidos pela fumaça, e passando por grandes dificuldades e aflições, pois o Egito foi chamado na bíblia de ‘fornalha de ferro’ (Dt 4: 20). Talvez, a tocha acesa que passou entre as partes prefigurasse a coluna de nuvem e fogo que os levou para fora do Egito.

Como Sarai era estéril, ela mesma ofereceu sua serva Agar a Abrão para que pudessem ter filhos. Abrão já tinha oitenta e cinco anos. Dez anos já tinham se passado desde que Deus falara pela primeira vez com ele sobre sua descendência. Agar engravidou e Sarai a expulsou por tê-la humilhado por ser estéril. Quando estava no deserto, o Anjo do Senhor lhe apareceu e abençoou o filho que estava no seu ventre, dando-lhe o nome de Ismael, que significa: Deus ouve, Deus ajuda, pois Deus a ouvira na sua aflição. Abençoou também a descendência de Ismael como tinha prometido à de Abrão. Ismael nasceu quando Abrão tinha oitenta e seis anos. Foi o pai da nação árabe. Treze anos depois, com noventa e nove anos de idade, Abrão ouviu novamente a voz de Deus (Gn 17: 1-8). Ele mudou seu nome de Abrão (’abhrãm, pai exaltado) para Abraão (’abhrãhãm, pai de multidões, pai de muitos) e confirmou Seu pacto com ele e com sua descendência. Deus instituiu a circuncisão como um sinal dessa aliança (a 2ª feita com o gênero humano) entre Abraão, seus descendentes e Deus. Também mudou o nome de Sarai (briguenta, minha princesa) para Sara (princesa) e lhe prometeu um filho que se chamaria Isaque (yiçhãq, riso), pois Abraão se riu do fato de ter filhos com cem anos de idade. Abraão com noventa e nove anos e Ismael com treze e todos os homens escravos da sua casa foram circuncidados naquele dia.

Assim, a promessa feita a Abraão em Gn 17: 4-8 (a bênção de Abraão) se compõe de três elementos principais: descendência (nele seriam benditas todas as nações da terra, inclusive os gentios), terra (prosperidade, posse da terra de Canaã) e relacionamento com Deus (intimidade e amizade com o Senhor, pois Deus chamou Abraão de “meu amigo” – Tg 2: 23; Is 41: 8; 2 Cr 20: 7). Jesus veio e cumpriu a promessa, dando a nós, os gentios, a mesma bênção dada aos judeus através de Abraão (Gl 3: 14). A intimidade com Deus, a prosperidade e a fertilidade são bênçãos derramadas pelo Espírito Santo através do dom da fé que foi desenvolvido por Abraão.

Para confirmar mais uma vez sua promessa, Deus (“O Anjo do SENHOR”) apareceu novamente a Abraão nos carvalhais de Manre em forma humana, junto com dois anjos, falando que dali a um ano Sara daria à luz um filho (Gn 18: 1-33, onde ‘SENHOR’, Gn 18: 1; 13, aparece escrito com letra maiúscula). Sara também riu quando ouviu a notícia.

Abraão os acompanhou até o caminho para Sodoma. O Anjo do SENHOR lhe falou que Sodoma e Gomorra seriam destruídas pelo seu pecado. Abraão, então, intercedeu por Ló e por sua família que ali moravam. Os dois anjos visitaram Ló à noite e o avisaram sobre a destruição que viria, orientando-o a sair da cidade com sua família. Saiu Ló com sua esposa e suas duas filhas, sendo advertidos a não olhar para trás. Mas a mulher de Ló desobedeceu e foi transformada numa estátua de sal. As duas cidades foram completamente destruídas. As duas filhas de Ló, para gerarem descendência, cometeram incesto com o pai já velho e geraram dois filhos: Moabe (pai dos Moabitas), filho da primogênita, e Ben-Ami, da mais nova, pai dos Amonitas.

Abraão partiu dali de volta para o Neguebe, para Gerar, e mentiu ao rei da região, Abimeleque, que Sara era sua irmã. À noite, Deus avisou o rei através de um sonho que ela era mulher de Abraão. O rei os expulsou da sua presença, mas lhe deu o direito de escolher qualquer lugar de sua terra para morar. Abraão orou por Abimeleque e Deus o sarou e às suas mulheres para que pudessem ter filhos, pois as tinha tornado estéreis por causa de Sara.

Nasceu Isaque. No dia em que foi desmamado, Sara notou que Ismael caçoava do menino e pediu a Abraão que despedisse Agar e o filho e os rejeitasse. Eles se foram pelo deserto e quase desfaleceram de sede até que Deus os fez ver um poço de água. Mataram a sede e o rapaz habitou no deserto, se tornou flecheiro e se casou com uma egípcia. E Deus o abençoou como havia prometido, dando-lhe doze filhos, que se tornaram príncipes das nações árabes.

Algum tempo depois, Deus colocou Abraão à prova pedindo a ele que lhe oferecesse Isaque como holocausto no Monte Moriá (= Visto por Deus ou Escolhido por Deus). Abraão levou Isaque até o lugar do sacrifício e, quando ia matar o filho, Deus o chamou e o impediu, pois viu que a fé de Abraão Nele era real e firme. Ele viu um carneiro atrás dos arbustos e o imolou ao Senhor. Deu ao Monte Moriá o nome de ‘O Senhor Proverá’ (Gn 22: 14). Vendo a ação de Abraão, Deus o abençoou, assim como toda a sua descendência para sempre, confirmando Sua fidelidade.

Sara morreu com cento e vinte e sete anos e foi enterrada na Caverna de Macpela em Hebrom, na terra de Canaã. Abraão desposou a Quetura, que lhe deu mais seis filhos (Zinrã, Jocsã, Medã, Midiã, Isbaque e Sua – 1 Cr 1: 32-34). Morreu Abraão com cento e setenta e cinco anos sendo enterrado na mesma caverna em que o foi Sara.

Aprendizados importantes com Abraão

1) Fé: Abraão se tornou conhecido como o pai da fé, pois todas as provas pelas quais o Senhor o fez passar foram para provar sua fé Nele e no impossível de Deus. Abraão creu contra as evidências, creu naquilo que para o homem era impossível; da insegurança alcançou a plena confiança em Deus. Podemos ver que em todas as circunstâncias sua fé foi ativa: saiu da sua terra e foi para a terra que o Senhor lhe mostrava, creu na promessa da descendência e por vinte e cinco anos foi preparado por Ele para receber a bênção, mesmo tentando apressar Seu trabalhar, gerando Ismael. Ele peregrinou por toda aquela terra como o Senhor lhe tinha ordenado, na esperança de que seria realmente sua e da sua descendência. Chegou ao ponto de quase sacrificar o filho, pois cria que Deus seria capaz de ressuscitá-lo, se fosse o caso. O fato de ter saído da tenda e olhado para o céu, crendo na promessa que o Senhor lhe fazia, era um ato simbólico de sair de dentro de si mesmo e de sua vida e de sua visão pequena e humana para crer no grande de Deus para ele. Saiu da tenda da insegurança, da visão humana, para ter a visão divina. Por isso, seu exemplo de fé fica como uma herança para nós até hoje para que possamos crer nas promessas do Senhor para nós, por mais impossíveis que possam parecer, e nos faz agir de acordo com o que Ele coloca no nosso coração, entendendo que, em todo o processo, estamos sendo preparados para receber Sua bênção.

2) Fidelidade e gratidão a Deus: Abraão deu a Deus o dízimo quando Ele lhe deu a vitória sobre os reis inimigos. Deu-o nas mãos do sacerdote Melquisedeque, e a bíblia fala que esse ato foi espontâneo da parte de Abraão. Esse ato e muitos outros de fé e gratidão, erguendo altares ao Senhor quando conquistava uma vitória, o aproximaram cada vez mais do Altíssimo, por isso se tornou próspero, pois descobriu o segredo da prosperidade falando com Ele. Para nós, isso significa que, quando somos fiéis ao Senhor e gratos a Ele pelo que Ele nos dá, melhoramos nosso relacionamento com Ele e passamos a conhecer mais profundamente o Seu coração. Conhecendo Seu coração e Seus pensamentos, podemos profetizar Suas bênçãos em nossas vidas, gerando prosperidade em todas as áreas. Melquisedeque é a figura de Jesus e não só o nosso dízimo, mas nosso coração reverente e grato diante Dele, trazem as bênçãos desejadas por nós, além da Sua proteção sobre o que é nosso, pois Ele assume a responsabilidade pelos Seus filhos.

3) Desprendimento, entrega, submissão, logicamente ligadas à fé: Abraão abriu mão da carne para viver no espírito, ou seja, deixou que a vontade de Deus prevalecesse sobre a sua. Descobriu que nada podia ocupar o lugar Dele em seu coração. Por isso, despediu Agar e Ismael para o deserto [despediu seu sonho (Ismael) para o de Deus ocorrer: Isaque] e entregou aquele que tinha nascido de sua própria carne (Isaque) para que muitos pudessem ser abençoados com esse ato, pois sua atitude propiciou mais tarde a entrega do Filho de Deus para toda a humanidade. Quase todos, senão todos nós, já passamos por isso. Entregamos nossa vida a Jesus e, de repente, perdemos algo que significava segurança para nós. Não precisamos nos desesperar; é um tratamento de Deus para nos ensinar que não conseguiremos manter certas posses ou posições se continuarmos na carne ou se elas forem nossos deuses. Só as receberemos de volta, quando entendermos que Jesus é o centro e que tudo está debaixo do domínio do Seu Espírito. Não é punição do Senhor; é cuidado e proteção de um Pai amoroso que quer nos dar algo sólido, que não perderemos nunca mais. É presente de um Deus que quer nos ensinar a reinar aqui na terra para podermos reinar no céu. Quando estamos plantados em Jesus, o superficial pode sair da nossa vida, mas a essência do Seu Espírito permanece em nós.

4) Deus é um Deus de alianças: a cada prova vencida, era reafirmada Sua aliança na vida Abraão. Abraão não teve que fazer nada para merecer as bênçãos, pois o amor de Deus é incondicional, mas sua resposta positiva aos Seus desafios o tornou cada vez mais Seu amigo íntimo e mais consciente do caráter divino. O Senhor renovava as alianças com Abraão após cada vitória sua sobre as circunstâncias e sobre sua própria carne. Deus renova periodicamente a nossa esperança, a nossa fé e a nossa confiança Nele e na Sua promessa para nós.

5) Abraão foi um intercessor: primeiro, pela vida de Ló e pelos habitantes justos de Sodoma e Gomorra; depois, pelo seu inimigo, Abimeleque, que teve sua casa punida por Deus por causa de Sara. Assim, nos ensina Jesus a interceder e orar pelos nossos amigos e até pelos nossos inimigos.

6) Não há idade para ser feliz: é sempre tempo de receber a bênção de Deus. Abraão tinha cem anos quando recebeu a bênção de ser pai. Por mais que nossas bênçãos pareçam demorar, sempre é tempo para usufruí-las. Não é nossa idade cronológica que conta, mas nosso preparo interior para não as perdermos nunca mais.

7) Não querer apressar o tempo de Deus, criando bênçãos por nossos próprios meios: Deus não faz aliança com nossos projetos, mas com os Seus para nós. Sua bênção é plena e completa. A bênção de Deus na vida de Abraão era sobre Isaque, não sobre Ismael. Por isso, o Senhor só a aprovou verdadeiramente quando nasceu Isaque.

8) Os rejeitados dos homens são cuidados e amparados por Deus: foi o caso de Agar e Ismael que, embora tendo sido expulsos do acampamento, não foram desamparados por Deus, mas cuidados e protegidos, com direito também a uma bênção para si e para sua descendência. Por mais que sejamos rejeitados por homens, somos amados, amparados e protegidos por Deus, que nos envia Seu socorro na hora certa e nos garante a bênção e o sustento.

9) A provisão e o livramento de Deus estão sempre presentes quando estamos no centro da Sua vontade: no monte Moriá Deus providenciou o cordeiro para o sacrifício e o livramento para Isaque, pois ele e Abraão estavam no centro da Sua vontade. Eles tinham obedecido às ordens do Senhor, por isso Ele foi fiel e cumpriu Sua parte no acordo. Se Abraão tivesse desobedecido ou se não tivesse ido até lá com fé verdadeira no coração, poderia ter acontecido o contrário. Quando estamos em obediência ao Senhor e no centro de Sua vontade, mesmo que para os homens pareça absurdo, Ele cumpre Sua promessa, nos supre e nos livra do mal.

10) Estar disponível nas mãos de Deus: Abraão não se fixou em nenhum lugar em especial, mas foi aonde Deus o levou para ter um aprendizado e um crescimento; ele não “empacou”, não estagnou. Isso significa não termos apegos nem falsas seguranças, mas fluir no Espírito conhecendo nossa terra prometida e tomando posse dela.


A rota de Abraão
AS JORNADAS DE ABRAÃO

1 – De Ur dos Caldeus para Harã (Gn 11: 31)
2 – De Harã para Canaã até o carvalho de Moré em Siquém (Gn 12: 4-6); depois para Betel
3 – De Betel partiu para o sul, indo sempre para o Neguebe (Gn 12: 9)
4 – Por causa da fome naquela terra partiu para o Egito (Gn 12: 10-20)
5 – Do Egito voltou para o Neguebe e para Betel (Gn 13: 3), depois se mudando para os Carvalhais de Manre, que estavam junto a Hebrom (Gn 13: 18)

Autora: Pastora Tânia Cristina Giachetti

Este texto se encontra no livro:


livro evangélico: Curso para ensino bíblico – nível 1

Curso para Ensino Bíblico – nível 1

Biblical Teaching Course – first level

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