Capítulo 28: a destruição de Jerusalém e do templo, pois Judá seguiu o mau exemplo do reino do norte, Israel. Deus coloca um fio de prumo no meio deles, símbolo do Seu juízo, mas mostra misericórdia para com os arrependidos e derramará o Espírito sobre o remanescente santo.


Isaías capítulo 28




Capítulo 28

A embriaguez de Efraim trará destruição sobre eles – v. 1-4.
• Is 28: 1: “Ai da soberba coroa dos bêbados de Efraim e da flor caduca da sua gloriosa formosura que está sobre a parte alta do fertilíssimo vale dos vencidos do vinho!” (ARA).
“Ai daquela coroa situada nos altos de um vale fértil, orgulho dos bêbados de Efraim! Ai de sua magnífica beleza, que agora é como uma flor murcha. Ai dos que são dominados pelo vinho!” (NVI).

Este versículo fala da cidade de Samaria, que foi construída por Onri, o sétimo rei de Israel após a divisão do país em dois reinos, que aconteceu depois da morte de Salomão. Foi construída sobre uma colina no meio de uma planície fértil do território de Samaria a onze quilômetros a noroeste de Siquém e dominava as principais rotas comerciais que atravessavam a planície de Esdrelom. A colina tinha cem metros de altura e dominava uma larga paisagem sobre a planície. Era inexpugnável, exceto pelo cerco. Seu nome hebraico, Shõmerôn, pode ser ligado com o vocábulo que significa: ‘posto de vigia’. Ali se plantava muitas e excelentes vinhas, além de cereais e outras culturas; portanto, seus habitantes eram expostos à tentação da bebedeira. Alguns estudiosos dão duas explicações para este estado de bebedeira: os habitantes estavam bêbados com o vinho ou bêbados com a idolatria do lugar, pois Jeroboão I fez dois bezerros no território de Samaria; colocou um em Dã e outro em Betel. Eles se orgulhavam dos seus bezerros de ouro como se orgulhavam da fecundidade e da riqueza da sua terra. Samaria era a metrópole das dez tribos e a cidade real. A beleza da cidade acabaria no momento em que ela fosse destruída pelos inimigos, enviados por Deus. Foi dominada pelos sírios e depois pelos assírios, caindo em seu poder em 722 AC. Seus habitantes foram deportados, enquanto outros exilados de outras partes do império assírio foram transferidos para lá (mais tarde, caiu nas mãos dos babilônios). Depois do exílio, foi recolonizada pelos gregos em 331 AC; e depois os romanos a tomaram.

• Is 28: 2-4: “Eis que o Senhor tem certo homem valente e poderoso; este, como uma queda de saraiva, como uma tormenta de destruição e como uma tempestade de impetuosas águas que transbordam, com poder as derribará por terra [NVI: ‘Como chuva de granizo e vento destruidor, como violento aguaceiro e tromba d’água inundante, ele a lançará com força ao chão’]. A soberba coroa dos bêbados de Efraim será pisada aos pés. A flor caduca da sua gloriosa formosura, que está sobre a parte alta do fertilíssimo vale, será como o figo prematuro, que amadurece antes do verão [NVI: ‘Ela será como figo maduro antes da colheita’], o qual, em pondo nele alguém os olhos, mal o apanha, já o devora”.

A bíblia segue dizendo que o Senhor vai enviar um homem valente e poderoso e que a destruição que ele vai trazer se parece como um grande vendaval, como uma grande tempestade de granizo, que derruba ervas e plantas, e ramos de árvores, e homens e animais e sopra sobre as casas, pois ele a destruirá com violência e nada poderá detê-lo.
O personagem em questão é o rei da Assíria, muito provavelmente Salmaneser V (727-722 AC), que sitiou a cidade por três anos (2 Rs 17: 5; 2 Rs 18: 9-11), ou seu filho Sargom II (722-705 AC), que a capturou no ano em que subiu ao trono (722 AC).
A cidade perderá sua beleza e sua fortaleza, e ficará tão desprotegida como um figo maduro antes da colheita; quem o vê, logo o apanha e o come; ou, por ser atraente aos olhos do invasor, ela se parecerá como um fruto irresistível e que cresce antes do tempo; quando alguém o vê, apressa-se em comê-lo, antes que alguém mais o apanhe.
Resumindo: os seus inimigos a devorarão avidamente.

Um remanescente será honrado – v. 5-6.
• Is 28: 5-6: “Naquele dia, o Senhor dos Exércitos será a coroa de glória e o formoso diadema para os restantes de seu povo [NVI: ‘o remanescente do seu povo’]; será o espírito de justiça para o que se assenta a julgar e fortaleza para os que fazem recuar o assalto contra as portas [NVI: ‘o ataque na porta’]”.

Esse remanescente se refere a Judá que ainda continuava fiel a Deus, pelo menos durante o reinado de Ezequias. ‘Naquele dia’ pode ser referir no dia que Samaria fosse destruída, pois o Senhor seria uma coroa de glória e um formoso diadema para Judá. Ele seria um espírito de justiça para aqueles que julgavam o povo (como o rei, o governador, os juízes e magistrados) e força para os que guardavam a porta da cidade dos ataques (o capitão e o seu exército).

Sua inacessibilidade – v. 7-9.
• Is 28: 7-9: “Mas também estes (os remanescentes) cambaleiam por causa do vinho (yayin – indica vários tipos de vinho fermentado; o vinho normalmente bebido) e não podem ter-se em pé por causa da bebida forte (hebraico: shekhãr; NVI ‘bebida fermentada’); o sacerdote e o profeta cambaleiam por causa da bebida forte (shekhãr), são vencidos pelo vinho (yayin), não podem ter-se em pé por causa da bebida forte (‘shekhãr’); erram na visão, tropeçam no juízo [NVI: ‘confundem-se quando têm visões, tropeçam quando devem dar um veredicto’]. Porque todas as mesas estão cheias de vômitos, e não há lugar sem imundícia. A quem, pois, se ensinaria o conhecimento? E a quem se daria a entender o que se ouviu? Acaso, aos desmamados e aos que foram afastados dos seios maternos? [NVI: ‘Quem é que está tentando ensinar?’, eles perguntam. ‘A quem está explicando a sua mensagem? A crianças desmamadas e a bebês recém-tirados do seio materno?’]”.

Judá caiu nos mesmos pecados de Israel (2 Rs 17: 19; 2 Cr 36: 14-16; Am 2: 11-12), portanto, estavam sujeitos à mesma punição por mão do Senhor. O sacerdote e o profeta também bebiam. A bíblia fala ‘shekhãr’, ou seja, bebida forte, a bebida de alto teor alcoólico proibida aos sacerdotes no AT (Lv 10: 9 – o vinho e a bebida forte) e Nazireus, e usada muitas vezes pelos ímpios para se embriagarem, se referindo, mais comumente, a outras bebidas fermentadas, talvez feitas de suco de fruta de palmeira, de romã, maçã, ou de tâmara, ou ainda bebida fermentada de cevada. Entretanto, não se exclui o vinho de alto teor alcoólico.
Também estavam embriagados pelo orgulho, pelo poder, pelo dinheiro de suborno e pela idolatria, que os tirava do centro da vontade de Deus. Em outras palavras, eram completamente corruptos na sua vida particular e na doutrina religiosa. ‘Embriaguez e vômito’ pode ser entendido nos dois sentidos: em atos de bêbados e na vida desregrada dos rebeldes.

‘A quem, pois, se ensinaria o conhecimento? E a quem se daria a entender o que se ouviu? Acaso, aos desmamados e aos que foram afastados dos seios maternos?’ – essa fala pode ser entendida como Deus perguntando ao profeta se havia alguém disposto a ser ensinado, pois parecia ser mais fácil ensinar Seus preceitos a um bebê recém-desmamado.

Mas na NVI está escrito: “‘Quem é que está tentando ensinar?’, eles perguntam. ‘A quem está explicando a sua mensagem? A crianças desmamadas e a bebês recém-tirados do seio materno?’” Isso parece ser dirigido ao profeta pelos que estão zombando dele e não querem ouvir as palavras do Senhor.
Esse versículo também pode significar que os únicos seres humanos apropriados para aprender o que é certo eram os verdadeiros profetas e sacerdotes de Deus; só eles poderiam deter o verdadeiro conhecimento e impedir que a situação do povo piorasse. Mas onde eles estavam? Isso insinua que as mentes dos judeus estavam tão prejudicadas pelo excesso de bebida que eles não eram capazes de tomar o conhecimento das coisas espirituais.

Sua zombaria da ameaça de Deus – v. 10-15.
• Is 28: 10-15: “Porque é preceito sobre preceito, preceito e mais preceito; regra sobre regra, regra e mais regra; um pouco aqui, um pouco ali. Pelo que por lábios gaguejantes e por língua estranha falará o Senhor a este povo, ao qual ele disse: Este é o descanso, dai descanso ao cansado; e este é o refrigério; mas não quiseram ouvir. Assim, pois, a palavra do Senhor lhes será preceito sobre preceito, preceito e mais preceito; regra sobre regra, regra e mais regra; um pouco aqui, um pouco ali; para que vão, e caiam para trás, e se quebrantem, se enlacem, e sejam presos. Ouvi, pois, a palavra do Senhor, homens escarnecedores, que dominais este povo que está em Jerusalém. Porquanto dizeis: Fizemos aliança com a morte [hebraico: ‘sheol’]e com o além fizemos acordo; quando passar o dilúvio do açoite, não chegará a nós, porque, por nosso refúgio, temos a mentira e debaixo da falsidade [no original: ‘nos deuses falsos’] nos temos escondido”.

• Is 28: 10: “Porque é preceito sobre preceito, preceito e mais preceito; regra sobre regra, regra e mais regra; um pouco aqui, um pouco ali”.

Significa que eles deviam ser tratados como crianças, instruídas nos rudimentos de uma linguagem; primeiro, tinham uma regra dada, e depois outra, e assim uma após a outra até que eles tivessem percorrido o todo. Um pouco num dia, e um pouco no dia seguinte, e assim por diante, pois suas memórias não podiam ser sobrecarregadas.
Outra explicação para isso é: “preceito (Hebraico: tsav ou sav) sobre preceito, preceito e mais preceito; regra (Hebraico: qav ou kav) sobre regra, regra e mais regra”, em hebraico é: sav lasav sav lasav kav lakav kav lakav, o que seria, possivelmente, sons sem sentido; talvez uma imitação zombadora das palavras do profeta (nota de rodapé da NVI). É como se fosse apenas um blá, blá, blá cansativo, que ninguém gostaria de ouvir.

• tsav ou sav (Strong #6673) = uma ordem: mandamento, preceito.
• qav ou kav (Strong #6957) = uma corda (como conectando), especialmente para medição; figurativamente, uma regra; também uma corda musical ou acorde: linha.
Por isso, o Senhor disse que Ele falaria a esse povo por povos de outras línguas, por estrangeiros de língua estranha. Ele continuaria a lhes dar ordem sobre ordem, ordem sobre ordem, regra e mais regra, regra e mais regra; um pouco aqui, um pouco ali, para que caíssem de costas e se ferissem, e ficassem presos no laço e fossem capturados. Esse seria o efeito do pecado. Ou seja, eles continuariam a ouvir o ‘blá, blá, blá cansativo’, só que pela boca de estrangeiros; e não entenderiam, pois seus profetas não falariam mais ou não entenderiam as palavras estranhas para poder traduzi-las.

O Senhor tentou lhes dizer que a Sua doutrina é que lhes traria o descanso, o refrigério que eles precisavam, mas eles não quiseram ouvir.
Os zombadores, os próprios líderes do povo, se vangloriavam dizendo: ‘Fizemos um pacto com a morte [hebraico: ‘sheol’], com a sepultura fizemos um acordo. Quando vier a calamidade destruidora, não nos atingirá, pois da mentira fizemos o nosso refúgio e na falsidade [no original: ‘nos deuses falsos’] temos o nosso esconderijo’. Isso significa que eles se enganavam achando que os deuses a quem estavam servindo os livrariam, porque já haviam se conformado com a morte; era esperado que todo homem morresse de um jeito ou de outro. Era melhor ter um falso consolo do que olhar para a triste verdade de Deus.

A justiça e o juízo de Deus; os escarnecedores são exortados a corrigir – v. 16-22.
• Is 28: 16-22: “16 Portanto, assim diz o Senhor Deus: Eis que eu assentei em Sião uma pedra, pedra já provada, pedra preciosa, angular, solidamente assentada; aquele que crer não foge [NVI: aquele que confia, jamais será abalado; ‘Eis que ponho em Sião uma pedra de tropeço e rocha de escândalo, e aquele que nela crê não será confundido’ – Rm 9: 33; Sl 118: 22-23; Mt 21: 42; At 4: 11; 1 Pe 2: 6]. 17 Farei do juízo a régua e da justiça, o prumo; a saraiva varrerá o refúgio da mentira [NVI: ‘o granizo varrerá o seu falso refúgio’], e as águas arrastarão o esconderijo. A vossa aliança com a morte será anulada, e o vosso acordo com o além não subsistirá; e, quando o dilúvio do açoite passar, sereis esmagados por ele [NVI: ‘Quando vier a calamidade destruidora, vocês serão arrastados por ela’]. Todas as vezes que passar, vos arrebatará, porque passará manhã após manhã, e todos os dias, e todas as noites; e será puro terror o só ouvir tal notícia [NVI: ‘A compreensão desta mensagem trará pavor total’]. Porque a cama será tão curta, que ninguém se poderá estender nela; e o cobertor, tão estreito, que ninguém se poderá cobrir com ele. Porque o Senhor se levantará, como no monte Perazim, e se irará, como no vale de Gibeão, para realizar a sua obra, a sua obra estranha, e para executar o seu ato, o seu ato inaudito [NVI: ‘e cumprir sua tarefa, tarefa misteriosa’]. Agora, pois, não mais escarneçais [NVI: ‘parem com a zombaria’], para que os vossos grilhões não se façam mais fortes; porque já do Senhor, o Senhor dos Exércitos, ouvi falar de uma destruição, e essa já está determinada sobre toda a terra”.

No versículo 16, temos uma profecia messiânica onde a ‘pedra’ é Jesus.
Eles achavam que a mentira e os falsos deuses eram um grande refúgio, mas Deus lhes mostrava um refúgio mais seguro, verdadeiro e imutável, que Ele tinha colocado em Sião. Se eles o desprezassem, então Ele colocaria um fio de prumo e uma régua no meio deles, ou seja, Ele endireitaria os seus caminhos através do Seu julgamento. A nossa pedra angular, o nosso refúgio será sempre o Senhor, em todas as circunstâncias, mesmo em lutas. Quem crê nele não foge da luta nem se confunde sobre qual deve ser o caminho certo para se percorrer.

Geralmente, o prumo é símbolo do juízo de Deus, e a régua, da Sua justiça. Mas neste versículo 17 (“Farei do juízo a régua e da justiça, o prumo; a saraiva varrerá o refúgio da mentira, e as águas arrastarão o esconderijo”) parece que Ele troca a posição das duas palavras, o que quer dizer que com exatidão e cuidado (de uma régua) Ele faria o Seu juízo, o Seu julgamento; e com o prumo do seu juízo, ou seja, através do seu julgamento severo para com aquele povo, Ele traria a verdadeira justiça, que era a reconciliação do Seu povo com Ele. Estariam limpos do seu pecado. A mentira e o falso refúgio seriam destruídos e eles teriam seus olhos abertos para a verdade. Ele traria uma grande provação e escassez material, emocional e espiritual para eles, mas com o intuito de lhes dar a vida. Deus é Deus de vivos, não de mortos, como diz Sua palavra. Ele não faz pacto com a morte, pois Ele é a ressurreição e a vida.

‘Porque o Senhor se levantará, como no monte Perazim, e se irará, como no vale de Gibeão, para realizar a sua obra, a sua obra estranha, e para executar o seu ato, o seu ato inaudito [NVI: ‘e cumprir sua tarefa, tarefa misteriosa’]’ – no monte Perazim foi onde Davi destruiu os filisteus (2 Sm 5: 20; 1 Cr 14: 11). Perazim significa ‘rompimento’, por isso Davi deu o nome de Baal-Perazim àquele lugar, i.e., ‘O senhor do rompimento’ ou ‘o senhor que destrói’, porque o Senhor rompeu as fileiras do inimigo com quem rompe águas. Em hebraico, a palavra ‘Baalperazim’ (Strong # 1188 – Ba`al P`ratsiym) significa ‘Possuidor de brechas’. E foi no vale de Gibeão onde Josué travou uma grande batalha contra os cinco reis amorreus e parou o sol e a lua até que a batalha fosse ganha. Depois, matou os cinco reis que estavam presos na caverna de Maquedá (Josué 10: 12-13). O Senhor faria algo que ninguém nunca tinha visto e poderia até parecer estranho, mas era melhor não zombar de Suas palavras, porque isso só tornaria o jugo mais pesado para eles. Ninguém em Israel ficaria livre do Seu julgamento.

Deus é grande em sabedoria – v. 23-29
• Is 28: 23-29: “Inclinai os ouvidos e ouvi a minha voz; atendei bem e ouvi o meu discurso. Porventura, lavra todo dia o lavrador, para semear? Ou todo dia sulca a sua terra e a esterroa [NVI: ‘gradeando o solo’]? Porventura, quando já tem nivelado a superfície, não lhe espalha o endro, não semeia o cominho, não lança nela o trigo em leiras [NVI: ‘no lugar certo’. Leira é um sulco aberto na terra para receber a semente], ou cevada, no devido lugar, ou a espelta [uma qualidade inferior de trigo], na margem? Pois o seu Deus assim o instrui devidamente e o ensina. Porque o endro não se trilha com instrumento de trilhar [NVI: ‘Não se debulha o endro com trilhadeira’], nem sobre o cominho se passa roda de carro; mas com vara se sacode o endro, e o cominho, com pau. Acaso, é esmiuçado o cereal? [NVI: ‘É preciso moer o cereal para fazer pão’] Não; o lavrador nem sempre o está debulhando, nem sempre está fazendo passar por cima dele a roda do seu carro e os seus cavalos. Também isso procede do Senhor dos Exércitos; ele é maravilhoso em conselho e grande em sabedoria”.

O lavrador não passa todo o seu tempo arando a terra. Ele faz outros trabalhos além de arar. Ele semeia quando os sulcos já estão abertos, nivela a terra, espalha as sementes em lugares certos e depois, na época da colheita, ele procede diferentemente com cada semente, pois uma é sacudida; outra é moída com pedra; outra é debulhada de outra forma. E ele faz isso porque o Senhor o ensina como fazer tudo. E assim Deus tem Seus tempos e estações para várias obras, e Sua providência é diferente para várias pessoas. Portanto, aqueles zombadores israelitas eram culpados de sua grande loucura, lisonjeando-se por causa da longa paciência de Deus para com eles. Ele traria o tempo de prová-los e angustiá-los e, assim, torná-los preparados para Ele. A semente é batida e provada, mas não quebrada como são os ímpios. Deus é maravilhoso em conselho e grande em sabedoria.

Autora: Pastora Tânia Cristina Giachetti

• Principal fonte de pesquisa: Douglas, J.D., O novo dicionário da bíblia, 2ª ed. 1995, Ed. Vida Nova.
• Fonte de pesquisa para algumas imagens: wikipedia.org e crystalinks.com

Sugestão para download:

tabela de profetas AT

Tabela dos profetas (PDF)

Table about the prophets (PDF)


livro evangélico: Profeta, o mensageiro de Deus

Profeta, o mensageiro de Deus

Prophet, the messenger of God


Este texto se encontra no 1º volume do livro:


livro evangélico: O livro do profeta Isaías

O livro do profeta Isaías vol. 1

O livro do profeta Isaías vol. 2

O livro do profeta Isaías vol. 3

The book of prophet Isaiah vol. 1

The book of prophet Isaiah vol. 2

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