Capítulo 18 – A Etiópia: como foi povoada; suas duas capitais (Napata e Meroé); seus rios e alguns dos seus reis na Antiguidade. Esse mesmo povo que foi punido por Deus pelos seus pecados viria ao Monte Sião para trazer presentes ao Senhor nos tempos do Evangelho.


Isaías capítulo 18




Capítulo 18

Profecia sobre a destruição dos Etíopes – v. 1-6.
• Is 18: 1-6: “Ai da terra onde há o roçar de muitas asas de insetos (no original: ‘gafanhotos’), que está além dos rios da Etiópia; que envia embaixadores por mar em navios de papiro sobre as águas, dizendo [não se vê este verbo nos papiros originais]: Ide, mensageiros velozes, a uma nação de homens altos e de pele brunida (quer dizer: brilhante, lustrosa), a um povo terrível, de perto e de longe; a uma nação poderosa e esmagadora, cuja terra os rios se dividem. Vós, todos os habitantes do mundo, e vós, os moradores da terra, quando se arvorar a bandeira nos montes, olhai; e, quando se tocar a trombeta, escutai. Porque assim me disse o Senhor: Olhando da minha morada, estarei calmo como o ardor quieto do sol resplandecente [NVI: ‘quieto como o ardor do sol reluzente’], como a nuvem do orvalho no calor da sega [NVI: ‘da colheita’]. Porque antes da vindima, caída já a flor, e quando as uvas amadurecem [NVI: ‘quando a floração der lugar ao fruto e as uvas amadurecerem’], então, podará os sarmentos [NVI: ‘os brotos’] com a foice e cortará os ramos que se estendem [NVI: ‘os ramos longos’]. Serão deixados juntos às aves dos montes [NVI: ‘abutres das montanhas’] e aos animais da terra [NVI: ‘animais selvagens’]; sobre eles veranearão as aves de rapina [NVI: ‘as aves se alimentarão deles todo o verão’], e todos os animais da terra passarão o inverno sobre eles”.

Etiópia

A Etiópia foi povoada por descendentes de Cuxe (filho de Cam, filho de Noé – Gn 10: 6). Em grego, é chamada Aithiõps, ‘rosto queimado’. Fazia parte do reino da Núbia, e estendia-se desde Sevene (Ez 29:10, Ez 30: 6) para o sul, até a junção do Nilo Azul, do Nilo Branco e do Rio Astabora (Grego: Ασταβόρας) ou Astabaras (Grego: Ασταβάρας), atual Atbara (em árabe transliterado, Nahr 'Atbarah) perto da moderna cidade de Cartum (capital do Sudão). Na Antiguidade e na bíblia, Cuxe era a grande região que abrangia o norte do atual Sudão, o sul do Egito e partes da Etiópia, Eritréia e Somália. Sevene (em hebraico), mais tarde conhecida como Syene [em grego antigo, Συήνη; ’Aswân, em árabe; Aswān, em Árabe Egípcio; seweneh (em Massorético); Swenett ou Swn (em Egípcio antigo), ‘lugar de troca’, ‘mercado’ – Ez 29: 10; Ez 30: 6] estava localizada na primeira catarata do Nilo, na fronteira entre Egito e Etiópia. Do séc. XVI até o séc. IX AC os Etíopes foram dominados pelos Egípcios. O reino da Etiópia (Hebraico: Cuxe) existiu dentro do reino da Núbia desde 2000 AC e seus governantes adotaram a cultura Egípcia. Por volta de 1150 AC, sua capital era Napata, na margem ocidental do rio Nilo.


Cuxe e Egito Descendentes de Cam e Sem
Descendentes de Cam e Sem

Mapa da África
Mapa da África


Quando Shoshenk I ou Sheshonk I (ou Sisaque I – 945-924 AC ou 943-922 AC) invadiu o reino de Roboão (930-913 AC – 2 Cr 12: 1-12; 1 Rs 14: 25-28), os etíopes foram seus aliados, junto com os líbios e os suquitas. Sisaque I foi o primeiro faraó e fundador da 22ª dinastia egípcia. Ele pertencia a uma família Líbia de Bubástis (atual Tell Basta), uma cidade um pouco mais ao sul do Delta do Nilo, em relação a Tânis. Sisaque I reatou relações com Biblos, a tradicional parceira comercial egípcia na costa fenícia, aumentando a prosperidade no início da dinastia. Suquitas (em egípcio, thktn, tkn), auxiliares Líbios, eram empregados como batedores nos séculos XIII e XII AC. Não se sabe exatamente se ‘suquitas’ eram moradores de Sucote, no Egito, uma das paradas dos hebreus antes da travessia do Mar Vermelho. Mais ou menos nesta época também (século X AC), os Etíopes intentaram um ataque contra a Palestina, mas foram derrotados por Asa, rei de Judá (911-870 AC – 2 Cr 14: 9-15).

A Etiópia realmente se engrandeceu por volta de 720 AC, quando seu rei (Pi-anki ou Piye ou Pié) tirou vantagem das contendas internas do Egito e se tornou o primeiro conquistador daquela terra (governou o Egito de 744 a 714 AC). Entre 744 e 656 AC, os seus reis dominaram o Egito, formando a 25ª dinastia. Um deles, Tiraca (Taharqa ou Taharka ou Khurenefertem – 690-664 AC) é citado em 2 Rs 19: 9. Depois os cuxitas foram expulsos do Egito pelos assírios (Esar-Hadom – 681-669 AC), onde acabaram por estabelecer sua capital em Meroë (Meroé).

Tiraca conseguiu reconquistar o Egito por um breve tempo em 669 AC. Esar-Hadom enviou uma força contra ele, mas morreu no caminho. Tiraca foi derrotado em Mênfis por Assurbanipal em 664 AC. Há estudos que dizem que o reino de Meroé era governado por rainhas que recebiam o nome-título de Candace, em que o poder seria passado aos descendentes pela via feminina.

Naum (Na 3: 9) faz alusão à glória desse período: ele diz que a Etiópia e o Egito eram a força de Nô-Amom, i.e., Tebas. Mas Tebas foi sitiada por Assurbanipal (669-627 AC) durante três anos e levada em cativeiro em 661 AC para a Assíria. A destruição de Tebas (Na 3: 8-10) causou um reflexo na Etiópia, que também veio a cair, cumprindo a profecia de Isaías 20: 2-6 e, provavelmente, Is 18: 1-6. Assurbanipal colocou Neco I no trono do Egito (672-664 AC), mas depois da queda de Tebas, ele o substituiu por Psamético I (664-610 AC). Este expulsou os cuxitas do Egito em 656 AC.

Tropas etíopes combateram em vão no exército de Faraó Neco II (610-595 AC) em Carquemis (2 Cr 35: 20; Jr 46: 9). Em maio-junho de 605 AC os Babilônios derrotaram os egípcios que fugiram para Hamate, onde foram totalmente destruídos, assim como os Assírios (profecia de Is 10: 5-12; Ez 30: 4-5). Nabucodonosor invadiu o Egito (cf. Jr 43: 8-13) dezoito anos após a queda de Judá, por volta de 568-567 AC. Mais tarde, a conquista do Egito por Cambises II (filho de Ciro, o grande) abarcou a Etiópia (Cuxe) no domínio persa: Et 1: 1; Et 8: 9 – aqui a bíblia nomeia a Etiópia como a mais remota província persa para o sudoeste, enquanto os escritores bíblicos algumas vezes a usam para simbolizar a extensão sem limites da soberania de Deus (Sl 87: 4; Ez 30: 4-5).

‘Além dos rios da Etiópia’ (Is 18: 1; Sf 3: 10) talvez seja expressão referente ao norte da Abissínia (como era conhecido o império Etíope do Alto Nilo que ocupava os atuais territórios da Etiópia e Eritréia), onde colonos judeus aparentemente se haviam estabelecido juntamente com outros povos semíticos vindos do sul da Arábia. O cronista reconhece essa íntima relação entre a Etiópia e o sul da Arábia [2 Cr 21: 16: “Despertou, pois, o Senhor contra Jeorão (rei de Judá – 848-841 AC) o ânimo dos filisteus e dos arábios que estão do lado dos etíopes”]. O reino de Cuxe com a sua capital em Meroé persistiu até o século IV DC, quando enfraqueceu e se desintegrou devido à rebelião interna. Meroé foi finalmente capturada e totalmente queimada pelo Reino de Axum, atual Eritréia. Sendo uma nação inicialmente cristã, a Etiópia foi dominada depois pelos turcos mamelucos, de religião Islâmica, por volta de 1315 DC. O termo ‘mameluco’ é mais comumente usado para se referir aos soldados escravos muçulmanos e governantes muçulmanos de origem escrava.

• Is 18: 1-2 (ARA): “Ai da terra onde há o roçar de muitas asas de insetos, que está além dos rios da Etiópia; que envia embaixadores por mar em navios de papiro sobre as águas, dizendo [não se vê este verbo nos papiros originais]: Ide, mensageiros velozes, a uma nação de homens altos e de pele brunida (quer dizer: brilhante, lustrosa), a um povo terrível, de perto e de longe; a uma nação poderosa e esmagadora, cuja terra os rios se dividem”.
• Is 18: 1-2 (NVI): “Ai da terra do zumbido de insetos (no original: ‘gafanhotos’) ao longo dos rios da Etiópia (Hebraico: de Cuxe), que manda emissários pelo mar em barcos de papiro sobre as águas. Vão, ágeis mensageiros, a um povo alto e de pele macia, a um povo temido pelos que estão perto e pelos que estão longe, nação agressiva e de fala estranha, cuja terra é dividida por rios”.

‘Ai da terra onde há o roçar de muitas asas de insetos’ ou ‘Ai da terra do zumbido de insetos’, como foi visto nas duas versões bíblicas acima, se refere à Etiópia, onde os insetos são gafanhotos presentes naquela região.

A próxima definição é: ‘que está além dos rios da Etiópia’ (ARA) ou ‘ao longo dos rios da Etiópia’ (NVI). Nós vimos acima que a expressão ‘Além dos rios da Etiópia’ (Is 18: 1; Sf 3: 10) talvez seja expressão referente à região norte do Império Etíope no Alto Nilo, conhecido como Abissínia, e que hoje é ocupado pela Etiópia e Eritréia. A Etiópia fazia parte da Núbia e se estendia desde Sevene para o sul até a junção do Nilo Branco, do Nilo Azul e do rio Astabora, perto da moderna cidade de Cartum (capital do Sudão). Sevene (seweneh, em Massorético) ou ’Aswân (em árabe) estava localizada na fronteira norte, entre Egito e Etiópia. Os maiores rios da Etiópia eram o Astapo e o Astabora, atualmente conhecidos como Sobat e Atbara, respectivamente, além do Nilo, mais precisamente o Nilo Azul, que depois se junta com o Nilo Branco, e corre para o Egito. Mas naquela época, os dois ramos do Nilo não se juntavam fora do império Etíope, e sim, dentro dele. Chama-se Nilo Azul porque durante os períodos de cheia, sua corrente fica tão alta que muda de cor para algo quase preto. Na língua sudanesa local a palavra para ‘preto’ é também usada para ‘azul’.


Rios da Etiópia


Imagem acima:
rios principais da Etiópia na Antiguidade: O Nilo, o Astabora (atual Atbara) e o Astapo (atual Sobat), bem ao sul. Este é o mais meridional dos grandes afluentes orientais do Nilo Branco, antes da confluência com o Nilo Azul.

O rio Astapo, atualmente conhecido como Sobat, é um rio da região do Alto Nilo (Egito Superior) no Sudeste do Sudão, e um dos grandes tributários orientais do Nilo Branco, antes da confluência com o Nilo Azul. O rio Sobat é formado pela confluência do Rio Baro que flui a oeste, e do Rio Pibor, que flui ao norte, na fronteira com a Etiópia. O rio entra no Nilo Branco no Monte Doleib, perto da cidade de Malakal, no Estado do Alto Nilo.

O rio Astabora, atualmente conhecido como Atbara (em árabe transliterado, Nahr 'Atbarah) sobe pela região noroeste da Etiópia e flui cerca de oitocentos e cinco quilômetros para o Nilo no centro-norte do Sudão, juntando-se a ele na cidade de Atbarah. O Atbarah é o último afluente do Nilo antes de atingir o Mediterrâneo. Strabo (em grego, Strabōn, Στράβων; 64 AC-24 DC), um geógrafo, filósofo e historiador grego que viveu na Ásia Menor durante a transição da República Romana para o Império Romano, foi o primeiro a mencionar o Atbarah (ou Astaboras, em grego, Ασταβόρας).

‘Que envia embaixadores por mar em navios de papiro sobre as águas’ ou ‘que manda emissários pelo mar em barcos de papiro sobre as águas’ – provavelmente a Etiópia enviava embaixadores por mar para outras nações com o propósito de fazer alianças e se proteger de invasões de inimigos. Não tem porque pensar que a bíblia está se referindo ao Egito aqui, porque tanto este país quanto a Etiópia tinham navios feitos de papiro, pois, no passado, a Etiópia fora domínio egípcio por muitos séculos. Os navios assim construídos eram leves e se moviam rapidamente, além de ser mais seguros, pois não se quebravam em pedaços como os outros navios, nas rochas ou nas cachoeiras. Como foi comentado acima, o verbo no gerúndio (‘dizendo’) não consta do texto original. Portanto, as palavras escritas a seguir não são as palavras da Etiópia aos seus embaixadores para outras nações, mas são as palavras de Deus para os Seus mensageiros, anjos ou homens, prontos a fazer Sua vontade e a quem Ele estava enviando como instrumento de juízo sobre essa nação (Ez 30: 9), uma nação de homens altos e de pele brilhante e lisa (sem pêlos), um povo temido pelos que estão perto e pelos que estão longe; uma nação poderosa e esmagadora (agressiva – NVI), cuja terra cuja terra é dividida por rios (Nilo, Astapo e o Astabora). Os etíopes eram poderosos pelos os vastos exércitos que traziam ao campo de batalha, como nenhum outro povo (cf. 2 Crônicas 14: 9 – Zerá, o etíope contra Asa: um milhão de homens e trezentos carros; no v. 11, Asa diz a Deus que ninguém mais socorrer numa batalha entre o poderoso e o fraco).

• Is 18: 3: “Vós, todos os habitantes do mundo, e vós, os moradores da terra, quando se arvorar a bandeira nos montes, olhai; e, quando se tocar a trombeta, escutai”.

No versículo 3, todos os homens do mundo são chamados pelo profeta a serem testemunhas do juízo sobre a nação etíope. Este evento deve ser tão manifesto como um estandarte colocado sobre uma montanha e divulgado pela terra como se ouve o som de uma trombeta.

• Is 18: 4-6: “Porque assim me disse o Senhor: Olhando da minha morada, estarei calmo como o ardor quieto do sol resplandecente, como a nuvem do orvalho no calor da sega [NVI: ‘do tempo da colheita’]. Porque antes da vindima, caída já a flor [NVI: ‘quando a floração der lugar ao fruto’], e quando as uvas amadurecem, então, podará os sarmentos com a foice [NVI: ‘os brotos com a podadeira’] e cortará os ramos que se estendem [NVI: ‘e tirará os ramos longos’]. Serão deixados juntos às aves dos montes [NVI: ‘aos abutres das montanhas’] e aos animais da terra [NVI: ‘animais selvagens’]; sobre eles veranearão [NVI: ‘se alimentarão deles’] as aves de rapina, e todos os animais da terra passarão o inverno sobre eles”.

O profeta escreve o que o Senhor lhe disse: Ele (Deus) ficaria calmamente observando o desenrolar da situação até o momento de tomar a decisão apropriada. Mas depois, Ele agiria. Em metáfora: ‘antes da colheita, quando a floração der lugar ao fruto e as uvas amadurecerem’, isto e, antes que os projetos e esquemas dos homens estivessem maduros para execução, Ele, como um vinhateiro, podaria a vinha sem muito cuidado, não para torná-la melhor, mas pior. Ele cortaria até os ramos mais longos, com flores e botões, e os jogaria fora e os deixaria aos abutres das montanhas e aos animais selvagens. Isso quer dizer, sua destruição pelo inimigo (Assíria) seria um tamanho morticínio que eles nem seriam sepultados. Os abutres e os animais selvagens comeriam suas carnes durante todo o ano, no verão e no inverno.

Um presente ao Senhor no Monte Sião – v. 7.
• Is 18: 7: “Naquele tempo, será levado um presente [NVI: ‘dádivas’] ao Senhor dos Exércitos por um povo de homens altos e de pele brunida [brilhante, lustrosa; NVI: pele macia], povo terrível, de perto e de longe; por uma nação poderosa e esmagadora [NVI: nação agressiva e de fala estranha], cuja terra os rios dividem [NVI: cuja terra é dividida por rios], ao lugar do nome do Senhor dos Exércitos, ao monte Sião”.

Neste versículo, o profeta diz que esse mesmo povo que foi punido pelos seus pecados viria ao Monte Sião, a Jerusalém, trazer seus presentes, suas dádivas ao Senhor. Isso pode significar os tempos do Evangelho, quando um povo convertido ao Senhor viria de muitas nações para adorá-lo no Templo, como aconteceu com o oficial da rainha Candace que foi batizado por Filipe na estrada de Gaza ao voltar de Jerusalém para sua terra (Atos 8: 27-28; 34-38). Ou pode significar que os pecadores convertidos, entre eles, etíopes e egípcios, estenderão suas mãos para Deus, se submeterão a Ele e se apresentarão de corpo e alma como um sacrifício aceitável, realizando o cumprimento, não só da profecia de Isaías, mas também do Sl 68: 31 e Sf 3: 9-10. Isso significa também que Deus vai receber esse pequeno remanescente como uma oferta santa e aceitável para Ele.

Para nós, o significado completo deste capítulo de Isaías é que primeiro o Senhor avisa os que andam no erro para que se arrependam e busquem o caminho correto através Dele. Se eles continuam no caminho da violência ou da rebeldia, Ele os pune e os deixa à mercê do inimigo para poderem sentir o quanto é doloroso o afastamento do verdadeiro Deus. Independentemente do tempo que vai levar para eles se converterem, mais cedo ou mais tarde isso acontecerá e aí, sim, o Senhor vai se agradar deles e de suas ofertas, porque agora eles têm a consciência correta do que estão fazendo. Como todas as profecias até aqui, esta também acaba apontando para a vinda do Messias e para a compaixão e a misericórdia de Deus para com todos os povos, judeus e gentios igualmente.

Autora: Pastora Tânia Cristina Giachetti

• Principal fonte de pesquisa: Douglas, J.D., O novo dicionário da bíblia, 2ª ed. 1995, Ed. Vida Nova.
• Fonte de pesquisa para algumas imagens: wikipedia.org e crystalinks.com

Sugestão para download:

tabela de profetas AT

Tabela dos profetas (PDF)

Table about the prophets (PDF)


livro evangélico: Profeta, o mensageiro de Deus

Profeta, o mensageiro de Deus

Prophet, the messenger of God


Este texto se encontra no 1º volume do livro:


livro evangélico: O livro do profeta Isaías

O livro do profeta Isaías vol. 1

O livro do profeta Isaías vol. 2

O livro do profeta Isaías vol. 3

The book of prophet Isaiah vol. 1

The book of prophet Isaiah vol. 2

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