Ap 17: 1-18: João vê e descreve a grande meretriz, também chamada de Babilônia, a Grande, uma imagem figurada da religião prostituída com as abominações mundanas, o sistema eclesiástico de Satanás, que leva a humanidade à falsa salvação e a apostatar da fé.


O livro de Apocalipse – capítulo 17




Sexta seção – Capítulos 17 –19

Essa seção fala sobre a queda da besta (o Anticristo) e do falso profeta; julgamentos também são pronunciados contra a mulher vestida de escarlata (a meretriz), que é outra figura de linguagem usada para a Babilônia (Ap 17: 1 – Ap 18: 1-24), e há júbilo no céu por causa da sua queda (Ap 19: 1-10). Podemos notar que nos capítulos 12 e 13 eles se levantavam em uma ordem: 1º o dragão, em 2º o Anticristo e em 3º o falso profeta. Agora, caem em ordem inversa: os selados pela besta, depois a Grande Babilônia (o sistema mundial anticristão e a igreja apóstata), o Anticristo e o falso profeta e, por último, o dragão (cap. 20 – próxima seção). Cristo volta visivelmente para a batalha do Armagedom, montado em Seu cavalo branco e seguido pelo seu séquito (Ap 19: 11-21).

A palavra ‘Babilônia’, em Sumeriano, é escrito como kà-dingir-ra, que significa ‘porta de Deus’; e em hebraico é escrito como Bãbhel (Strong #894; Gn 10: 10; 11: 9 – a torre de Babel), que provém da raiz hebraica bãlal, significando ‘confusão’ ou ‘mistura’. Hoje, mais do que a antiga cidade de Babilônia na Caldéia (com as suas prostituições espirituais) ou a cidade de Roma (vista pelo apóstolo João como o símbolo de tudo o que representava uma força contrária aos ensinamentos de Cristo), nós podemos dizer que Babilônia representa essa força anticristã, o sistema mundial confuso, perverso e profano, antagônico ao Reino de Deus, usando não apenas a religião (que se iniciou com o Romanismo no NT), mas também os poderes seculares (comércio e política) para oprimir e tentar roubar a fé na palavra de Deus pregada por Jesus. Como no passado a Babilônia trouxe opressão e confusão sobre as pessoas, inclusive sobre o povo de Deus, ela traz hoje a mesma coisa, tentando oprimir e desviar os crentes do caminho que Deus traçou para eles. Os Principados e Potestades são os instrumentos do diabo para fazer isso.

Capítulo 17

No capítulo 17 João vê e descreve a grande meretriz, também chamada de Babilônia, a Grande. A imagem figurada a descreve como uma meretriz, portanto, não apenas o sistema mundial profano, mas a igreja apóstata em contraste com a noiva de Cristo (cap. 22).

Aqui, João dá mais ênfase à parte religiosa deste sistema anticristão perverso, o sistema eclesiástico de Satanás, a religião prostituída com as abominações mundanas, o sistema religioso que fala em nome de Deus, num sincretismo que leva a humanidade à falsa salvação e a apostatar da fé.

• Ap 17: 1-18:
1 Veio um dos sete anjos que têm as sete taças e falou comigo, dizendo: Vem, mostrar-te-ei o julgamento da grande meretriz que se acha sentada sobre muitas águas,
2 com quem se prostituíram os reis da terra; e, com o vinho de sua devassidão, foi que se embebedaram os que habitam na terra.
3 Transportou-me o anjo, em espírito, a um deserto e vi uma mulher montada numa besta escarlate, besta repleta de nomes de blasfêmia, com sete cabeças e dez chifres.
4 Achava-se a mulher vestida de púrpura e de escarlata, adornada de ouro, de pedras preciosas e de pérolas, tendo na mão um cálice de ouro transbordante de abominações e com as imundícias da sua prostituição.
5 Na sua fronte, achava-se escrito um nome, um mistério: BABILÔNIA, A GRANDE, A MÃE DAS MERETRIZES E DAS ABOMINAÇÕES DA TERRA.
6 Então, vi a mulher embriagada com o sangue dos santos e com o sangue das testemunhas de Jesus; e, quando a vi, admirei-me com grande espanto.
7 O anjo, porém, me disse: Por que te admiraste? Dir-te-ei o mistério da mulher e da besta que tem as sete cabeças e os dez chifres e que leva a mulher:
8 a besta que viste, era e não é, está para emergir do abismo e caminha para a destruição. E aqueles que habitam sobre a terra, cujos nomes não foram escritos no Livro da Vida desde a fundação do mundo, se admirarão, vendo a besta que era e não é, mas aparecerá.
9 Aqui está o sentido, que tem sabedoria: as sete cabeças são sete montes, nos quais a mulher está sentada. São também sete reis,
10 dos quais caíram cinco, um existe, e o outro ainda não chegou; e, quando chegar, tem de durar pouco.
11 E a besta, que era e não é, também é ele, o oitavo rei, e procede dos sete, e caminha para a destruição.
12 Os dez chifres que viste são dez reis, os quais ainda não receberam reino, mas recebem autoridade como reis, com a besta, durante uma hora.
13 Têm estes um só pensamento e oferecem à besta o poder e a autoridade que possuem.
14 Pelejarão eles contra o Cordeiro, e o Cordeiro os vencerá, pois é o Senhor dos senhores e o Rei dos reis; vencerão também os chamados, eleitos e fiéis que se acham com ele.
15 Falou-me ainda: As águas que viste, onde a meretriz está assentada, são povos, multidões, nações e línguas.
16 Os dez chifres que viste e a besta, esses odiarão a meretriz, e a farão devastada e despojada, e lhe comerão as carnes, e a consumirão no fogo.
17 Porque em seu coração incutiu Deus que realizem o seu pensamento, o executem à uma e dêem à besta o reino que possuem, até que se cumpram as palavras de Deus.
18 A mulher que viste é a grande cidade que domina sobre os reis da terra.

• Ap 17: 1-4: “Veio um dos sete anjos que têm as sete taças e falou comigo, dizendo: Vem, mostrar-te-ei o julgamento da grande meretriz que se acha sentada sobre muitas águas, com quem se prostituíram os reis da terra; e, com o vinho de sua devassidão, foi que se embebedaram os que habitam na terra. Transportou-me o anjo, em espírito, a um deserto e vi uma mulher montada numa besta escarlate, besta repleta de nomes de blasfêmia, com sete cabeças e dez chifres. Achava-se a mulher vestida de púrpura e de escarlata, adornada de ouro, de pedras preciosas e de pérolas, tendo na mão um cálice de ouro transbordante de abominações e com as imundícias da sua prostituição”.

A mulher identificada como meretriz é vista no deserto, sentada sobre uma besta de cor escarlate. A descrição da besta de cor escarlate a associa claramente com a besta do mar, o Anticristo (ou a besta do abismo – cf. Dn 7: 3; 20-21; 25; Ap 11: 7; Ap 13: 1; 5-7; Ap 17: 3; 8), enquanto eles perseguem ferozmente o povo de Deus (v.13-14). Como o dragão, esta besta também tem a cor vermelha (Ap 12: 3).

Ela está assentada sobre ‘muitas águas’, o que quer dizer que essa religião apóstata e misturada com o sistema profano anticristão do mundo tem uma influência mundial (cf. v.15: “Falou-me ainda: As águas que viste, onde a meretriz está assentada, são povos, multidões, nações e línguas”).

“Achava-se a mulher vestida de púrpura e de escarlata, adornada de ouro, de pedras preciosas e de pérolas, tendo na mão um cálice de ouro transbordante de abominações e com as imundícias da sua prostituição”.
Isso mostra sua riqueza, ostentação, tentando impressionar o mundo e seduzindo as pessoas do mundo.

• Ap 17: 5: “Na sua fronte, achava-se escrito um nome, um mistério: BABILÔNIA, A GRANDE, A MÃE DAS MERETRIZES E DAS ABOMINAÇÕES DA TERRA”.
Isso é uma comparação interessante com o costume da Roma antiga, onde as prostitutas carregavam seu nome na fronte. A religião falsa, ou seja, a adoração a outros deuses, que não apenas ao único e verdadeiro Deus, é chamada por Ele de prostituição espiritual.

• Ap 17: 6: “Então, vi a mulher embriagada com o sangue dos santos e com o sangue das testemunhas de Jesus; e, quando a vi, admirei-me com grande espanto”.

A mulher Babilônia está embriagada com o sangue dos santos e dos mártires cristãos (Mt 24: 21), assim como pelo vinho da sua prostituição (Ap 17: 2). Tanto a violência quanto a prostituição são repugnantes ao Senhor, pois perseguem o povo de Deus. Nesse versículo o ódio da mulher pelo cristianismo fica claro. Estar embriagada com o sangue dos santos indica uma época de um massacre fora do comum. O Império Romano prestava culto aos imperadores. Os cristãos se opuseram; então, veio o martírio. Roma Papal sob o regime da inquisição condenou milhão de fiéis à morte. No século XX, as guerras mundiais, com o Holocausto, conseqüentemente, ‘a cortina e ferro’ e ‘a cortina de bambu’ e os países islâmicos com suas perseguições ao cristianismo levaram milhões de fiéis a Cristo à morte.

• Ap 17: 8: “A besta que viste, era e não é, está para emergir do abismo e caminha para a destruição. E aqueles que habitam sobre a terra, cujos nomes não foram escritos no Livro da Vida desde a fundação do mundo, se admirarão, vendo a besta que era e não é, mas aparecerá”.

Para a época de João, a besta que emerge do mar, ou do abismo (é a mesma entidade), significa o poderoso Império Romano; para as demais épocas, foi representado por muitos impérios pagãos. No caso do Anticristo escatológico, um estado totalitário oposto à obra de Deus.

Isso significa que a visão deste texto não é apenas para os dias de João, nem apenas para a Idade Média, por exemplo, mas para toda a história da igreja e para os tempos do fim. Os imperadores romanos incorporaram, por assim dizer, o espírito do anticristo, pois se levantaram contra Deus e Sua doutrina trazida por Jesus (“A besta que viste, era e não é, está para emergir do abismo e caminha para a destruição”). Mas ainda não se personificou no Anticristo escatológico, que trará a vitória final de Cristo sobre o mal. O Anticristo só terá poder sobre aqueles que não têm seus nomes escritos no Livro da Vida do Cordeiro.

• Ap 17: 9-10 – “Aqui está o sentido, que tem sabedoria: as sete cabeças são sete montes, nos quais a mulher está sentada. São também sete reis, dos quais caíram cinco, um existe, e o outro ainda não chegou; e, quando chegar, tem de durar pouco”.

Como vimos anteriormente, ‘bestas’ (animais de aparência terrível) são símbolos de impérios. O anjo lhe disse que as sete cabeças são sete montes e também sete reis.
‘Montes’ pode ser uma referência às sete colinas ao longo do rio Tibre, uma designação bem conhecida da cidade de Roma (“nos quais a mulher está sentada”), influenciando povos, multidões, nações e línguas, mas pode se referir também aos sucessivos impérios mundiais, já que montes são símbolos de reinos e impérios da terra (Sl 30: 7; Jr 51: 25; Dn 2: 35; 44-45). O Anticristo se incorporou nos imperadores romanos, mas também pode se referir aos impérios que já passaram (antes do império Romano) e também caíram, e aos que ainda vêm.
“Caíram cinco” – além dos sete montes se referirem às sete colinas de Roma, sobre a qual a religião corrompida está sentada, as sete cabeças, os sete montes, simbolizam os grandes impérios da História que já passaram: Egito, Assíria, Babilônia, Pérsia e Grécia.
“Um existe” significa o Império Romano, no qual João estava inserido e que duraria materialmente até o século XV (1453), mas continuaria a exercer sua influência espiritual.
“E o outro ainda não chegou; e, quando chegar, tem de durar pouco” – o sétimo rei ou reino. Isso está ligado aos próximos versículos (v.11-12), sobre os dez reis:

• Ap 17: 11-12: “E a besta, que era e não é, também é ele, o oitavo rei, e procede dos sete, e caminha para a destruição. Os dez chifres que viste são dez reis, os quais ainda não receberam reino, mas recebem autoridade como reis, com a besta, durante uma hora”.

Significa que o espírito anticristão se materializou em vários governantes ao longo da História, mas ainda não é o personagem real, o 8º rei, que desencadeará a volta de Cristo e a restauração de todas as coisas, ou seja, o Anticristo escatológico. Os dez reis (os dez reis contemporâneos) serão os reinos do mundo (‘o sétimo rei’ ou ‘o sétimo reino’) que darão suporte ao Anticristo escatológico, mas terão pouco tempo de duração (‘Uma hora’) e deles surgirá o Anticristo (‘o 8º rei’), que reivindicará honra e soberania total. Eles todos se reunirão contra o Cordeiro para o Armagedom (v.14), mas serão destruídos, da mesma forma que o Anticristo será morto pela espada que sai da boca de Jesus (“e caminha para a destruição”). Podemos pensar que o sétimo império mundial é uma espécie de império romano revitalizado sobre o qual o Anticristo estabelece a autoridade imperial de um ditador, e se tornará o 8º e último rei exigindo autoridade universal.

• Ap 17: 13-14: “Têm estes um só pensamento e oferecem à besta o poder e a autoridade que possuem. Pelejarão eles contra o Cordeiro, e o Cordeiro os vencerá, pois é o Senhor dos senhores e o Rei dos reis; vencerão também os chamados, eleitos e fiéis que se acham com ele”.

Os dez reis que ainda não receberam a coroa são os dez reis contemporâneos. Quando João escreveu sobre a besta do mar em Ap 13: 3 (“Então, vi uma de suas cabeças como golpeada de morte, mas essa ferida mortal foi curada; e toda a terra se maravilhou, seguindo a besta”), ele estava dizendo que o poderoso Império Romano (a besta que emerge do mar, na figura de um líder e um império confederado) mesmo depois de dividido e fragmentado entre muitas nações e sem um único imperador para governar (‘a cabeça golpeada de morte’), no futuro encontrará restauração da sua forma imperial de governo, pois terá um imperador novamente (a Besta).

Esses reis receberão o poder por pouco tempo (‘durante uma hora’) e darão suporte ao Anticristo. Vão se unir (Batalha do Armagedom) para pelejar contra o Cordeiro, mas não prevalecerão. Isso significa o mundo em colapso e derrotado na 2ª vinda de Cristo. A igreja acompanha a vitória do Cordeiro (v.14). A igreja são os eleitos de Deus, os fiéis a Ele, os que crêem; que buscam santidade e a vida com Deus; portanto, são irrepreensíveis.

• Ap 17: 15: “Falou-me ainda: As águas que viste, onde a meretriz está assentada, são povos, multidões, nações e línguas”.

Da mesma forma que João usa duas figuras de linguagem para descrever a igreja de Cristo (‘noiva’ e cidade, a ‘nova Jerusalém’), ele também usa duas imagens para descrever a igreja apóstata, corrompida: ‘Babilônia’ e ‘meretriz’. Aqui fica claro que a meretriz é conhecida pela sua influência mundial (“assentada sobre muitas águas, i.e., nações, povos, multidões e línguas); portanto, ela age no mundo e usa a cultura do mundo; é o sistema eclesiástico de Satanás que fala em nome de Deus, está misturada num sincretismo religioso e político que leva pessoas à apostasia e à falsa salvação. Mas ela não é neutra, ela se opõe a Deus, ela é anticristã. Roma tolerava todos os deuses das nações, mas não tolerou o Cristianismo verdadeiro; por isso perseguiu os cristãos.

Prosseguindo na sua descrição da meretriz, João mostra que ela é conhecida também pela riqueza, vaidade, pompa, arrogância, prostituição espiritual, violência, crueldade, sede de conquista, ganância e ostentação de poder e uma ambição sem limites, querendo atingir as multidões e impressionar o mundo pela sua aparência (v.4-5). Nesse ponto, a cidade de Roma no tempo dos imperadores ou a cidade de Babilônia de Nabucodonosor não eram diferentes da cidade de Nínive do tempo dos assírios, descrita por Sofonias e Naum: uma cidade arrogante e muito confiante em si mesma, sanguinária (pois vivia da guerra e de seus despojos), conhecida por sua crueldade, cheia de mentiras e de roubo (Na 3: 1) e de prostituição espiritual pela infinidade de deuses com os quais ela corrompia as outras nações; ‘mestra de feitiçarias’, que desencaminhava muitos povos (Na 3: 4); cidade mercantilista (Na 3: 16), gananciosa e insaciável, que devorava o que via pela frente (Na 3: 17). Da mesma forma que a Babilônia, a cidade de Nínive tinha um grande suprimento de água e uma riqueza muito grande (Na 2: 2-4; 7-9).

• Ap 17: 16-17: “Os dez chifres que viste e a besta, esses odiarão a meretriz, e a farão devastada e despojada, e lhe comerão as carnes, e a consumirão no fogo. Porque em seu coração incutiu Deus que realizem o seu pensamento, o executem à uma e dêem à besta o reino que possuem, até que se cumpram as palavras de Deus”.

Deus provocará uma guerra interna no reino da besta, ou seja, os reis se voltarão contra a meretriz (Ap 17: 16-17) porque Deus incutiu essa idéia nos pensamentos deles (v.17), e eles irão destruí-la totalmente.

O Anticristo, o homem da iniqüidade, cujo poder político sempre foi oposto a Deus ao longo dos séculos, e com maior intensidade no final dos tempos, usa a religião de acordo com suas conveniências, mas no fim se voltará contra a religião apóstata e a destruirá. As religiões que apóiam o Anticristo também vão ser destruídas por ele. Ele procurará uma única religião. Ele se posicionará como rei supremo e como um deus (no lugar do Deus verdadeiro – cf. Dn 11: 36; Mt 24-15; 2 Ts 2: 4).

• Ap 17: 16: “Os dez chifres que viste e a besta, esses odiarão a meretriz, e a farão devastada e despojada, e lhe comerão as carnes, e a consumirão no fogo” – Como essa descrição é parecida com a do juízo de Deus sobre a Babilônia (Ap 18: 8), parece que o Senhor usa soberanamente os exércitos da besta como Seu instrumento de juízo sobre o reino do Anticristo (cap. 18) antes que eles mesmos sejam destruídos (Ap 19: 19-21). Como foi Deus mesmo que incutiu essa divisão (Ap 17: 16-17), isso prova a Sua soberania. Ele nunca perdeu o controle sobre a História.

• Ap 17: 18: “A mulher que viste é a grande cidade que domina sobre os reis da terra”.
Como já expliquei acima, a mulher na visão de João (v. 1-6) é a grande cidade da Babilônia (Ap 16: 19) e também a antiga mãe das prostituições (Ap 17: 5). Dessa forma, a influência Satânica dessa cidade sobre os líderes mundiais continuou desde Babel, através da Babilônia até Roma (v. 9-10), sua clássica manifestação no primeiro século depois de Cristo.


Autora: Pastora Tânia Cristina Giachetti

Fontes de pesquisa:
• O Novo Dicionário da Bíblia – J. D. Douglas – edições vida nova, 2ª edição 1995.
• Rev. Hernandes Dias Lopes – Primeira Igreja Presbiteriana de Vitória (‘Estudo em Apocalipse’ – pregações online).
• Wikipedia.org
• Fonte para a maioria das imagens: wikipedia.org; Filme: ‘O Apocalipse’ (‘The Apocalypse’) – Coleção: A Bíblia Sagrada.

Este texto se encontra no livro:


O livro de Apocalipse – livro evangélico

O livro de Apocalipse

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