Estudo bíblico sobre criação de filhos: disciplina; respeito pelos outros; ser amigo; cuidar da saúde; participar dos estudos; conversar abertamente; sexo e adolescência; estar na presença de Deus; versículos bíblicos em relação à criação de filhos; experiência para pais.


Criação de filhos


Deus colocou homem e mulher na terra e lhes deu uma incumbência no Éden: “sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a terra e sujeitai-a...”. Ao dar ao ser humano esta ordem, Ele também lhe incutiu a idéia de cuidar dos seus frutos, ou seja, dos seus filhos, como Ele cuidava e ainda cuida. Os filhos repetem o que vêem nos pais. Falar coisas ruins para os filhos desde pequenininhos ou xingá-los ou apelidá-los de certos nomes feios é, na verdade, maldição lançada sobre eles e que, além de moldá-los emocionalmente, é uma forma sutil de entregá-los “de bandeja” na mão do inimigo. É dar “carta-branca” para o mal agir nessas vidas, isso porque a bênção protege e a maldição desprotege e gera destruição.


Família


Orientar pais a cuidar de filhos é um assunto muito delicado. São milhares de personalidades diferentes que precisam ser tratadas individualmente e através de um contato mais próximo.

Tópicos

1) Disciplina: a palavra de Deus é clara: “Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele” (Pv 22: 6). Também diz: “Filho meu, não menosprezes a correção que vem do Senhor, nem desmaies quando por ele és reprovado; porque o Senhor corrige a quem ama e açoita a todo filho a quem recebe” (Hb 12: 5b-6) e “Eu repreendo e disciplino a quantos amo” (Ap 3: 19 a). Deus é amor, diz a bíblia, mas é com amor e por amor que repreende ao filho que ama. Portanto, comece a educar seu filho pela disciplina. Isso significa fazer um horário cabível com a idade e com as atividades dele: horário para dormir, acordar, fazer suas necessidades fisiológicas, horário (e local correto) para comer, brincar, ver televisão, ir à escola, fazer as lições, sair com os amigos, usar o telefone, o smartphone ou o computador, namorar, voltar para casa etc. O escritor da epístola aos Hebreus fala: “Toda disciplina, com efeito, no momento não parece ser motivo de alegria, mas de tristeza; ao depois, entretanto, produz fruto pacífico aos que têm sido por ela exercitados, fruto de justiça” (Hb 12: 11). E o apóstolo Paulo escreve: “Todo atleta em tudo se domina” (1 Co 9: 25a). Timóteo era discípulo de Paulo e recebia até algumas orientações quanto à alimentação. A disciplina ensina a criança a agir de uma maneira ou de outra dependendo do lugar e da situação em que se encontra. Se está em sua própria casa é uma coisa. Se está na escola ou na casa de amigos é outra; a liberdade não é tanta. E se está na igreja assistindo a um culto, deve ser ensinada sobre a diferença que há entre a sua casa e a Casa de Deus para evitar os absurdos da irreverência dentro da Igreja. Também deve ser ensinada e disciplinada em relação a laboratórios e consultórios médicos para não provocar nem irritar de maneira tão ostensiva os profissionais de saúde. Se, por acaso, você se sentir obrigado a usar de autoridade e bater na criança, explique por que ela está apanhando para não gerar depois um sentimento de revolta ou de injustiça por algo que não fez. Ela precisa entender o motivo de estar sendo punida. Por favor, não descarregue nos seus filhos a sua frustração, sua ira ou qualquer emoção que seja. Eles não são os alvos corretos.

2) Respeito pelos outros, principalmente pelos mais velhos: aqui cabe ressaltar que “obrigado”, “com licença”, “desculpe-me” e “por favor” ainda não saíram de moda. Ajudar uma senhora a atravessar a rua, ajudar alguém a segurar uma sacola pesada, segurar a porta do elevador ou a porta do carro para um vizinho ainda fazem parte do treinamento de um “cavalheiro”. Isso vale para as “damas” também. Quanto ao respeito aos professores, nem se fala! É bom alertar os leitores para algo que já virou uma triste rotina entre pais e professores que é o jogo de “ping-pong” das responsabilidades. Pais se isentam de ensinar certas coisas e jogam a bola para os professores que por sua vez a devolvem para os pais, pois a função daqueles é outra. Dessa forma, além de não respeitarem uma autoridade na posição que ela ocupa a criança e o adolescente, na verdade, perdem o rumo, pois não sabem mais quem está certo. A priori, “educação vem de berço”. Isso não vale apenas no caso de professores; com médicos e pastores é a mesma coisa. Ninguém pode substituir a função de pai e mãe.

3) Ser amigo dos filhos, antes de ser pai ou mãe: pode parecer esquisita esta afirmação, entretanto, a grande queixa dos filhos é que os pais não os entendem; e a dos pais, por sua vez, é que não conseguem ter a intimidade que gostariam com seus filhos. Um dos fatores que contribui para isso é o fato de não se ter mais um tempo para se verem, quando muito no domingo, pois pais trabalham horas fio e, quando chegam em casa, os filhos já estão dormindo. Quando as crianças acordam, eles já saíram para trabalhar e assim vai. Outro fator é a falta de confiança que, por algum motivo, os pais geraram nas suas crianças e que, agora, provocou um afastamento no relacionamento. Desde coisinhas bobas (para os adultos, mas que para os miudinhos fazem uma enorme diferença) até coisas mais sérias como abuso de menores, brigas sérias entre o casal na frente dos filhos, adultério na família, promessas nunca cumpridas, atitudes incoerentes com as palavras que são verbalizadas, tudo isso contribui para a falta de confiança. Outras: mentira, falta de informação correta sobre o que as crianças e adolescentes perguntam, falta de interesse pelo que eles sentem necessidade, humilhação, desprezo, expô-los ao ridículo na frente de outros adultos etc. Por isso, saírem juntos, passearem juntos, se divertirem juntos com um objetivo comum é muito saudável e traz de volta a união e a confiança. Interessar-se pelas vontades e pelas necessidades uns dos outros é sinal de respeito.

4) Ter cuidado com a saúde dos filhos: com a desculpa de estarem trabalhando, muitos pais deixam os filhos (principalmente os adolescentes) na porta do ambulatório do convênio e eles passam sozinhos na consulta, mal sabendo por que foram até lá. Aí vem o velho desencontro: o médico trata de uma coisa e a mãe ou o pai vem depois dizendo que o problema era outro. O pior é segurar a briga familiar dentro do consultório. Neste tópico sobre saúde entra a orientação alimentar para não vermos os tristes casos de crianças e adolescentes obesos e diabéticos por alimentação completamente errada, ou casos de bulimia e anorexia nervosa por depressão.

5) Participar da educação (escola): além do problema de respeito aos mestres, já comentado acima, é bom que os pais auxiliem os filhos nos deveres da escola, quando possível, para participarem do seu crescimento. Não é “pegar no pé”, nem fazer a lição por eles para terem uma boa nota; é apenas participar da aprendizagem, cooperando para o seu desenvolvimento.

6) Conversar abertamente sobre todos os assuntos do interesse dos filhos: desde pequenininhos, crianças são curiosas, querem saber o porquê de tudo. Alguns pais até se irritam com aquele pinguinho de gente atrás deles o dia inteiro falando: “Por quê? Por quê? Por quê?” Mas a curiosidade pelo “saber” faz parte do funcionamento psicológico e cerebral da criança. Ela precisa de respostas para poder fazer certas associações e para entender a si mesma. Ela precisa de um espelho humano para se ver. Portanto, pais, não neguem informação. Se não têm a resposta, sejam honestos e digam: — “Não sei”, e depois prometam procurá-la, ao invés da cômoda e famosa frase: — “Porque é, ué!” ou — “Porque eu quero e pronto!” Isso não satisfaz um filho. Você já parou para pensar se Deus está colocando essas perguntas na boca deles para você aprender alguma coisa? Hoje em dia, os pais devem ser os primeiros a se informar das últimas novidades, pois o diabo não perde tempo nem tira férias; devem saber onde seus filhos andam e com quem. Há cigarro, bebidas, baladas, Internet, jogos eletrônicos, filmes impróprios, drogas (de todas as formas), abuso de menores, adolescentes grávidas, abortos que se complicam, falsas doutrinas religiosas etc. etc. etc. Nem é bom falar do resto! Pais precisam sentar com eles e falar sobre assuntos que, se não forem ensinados corretamente dentro de casa, com certeza serão aprendidos da maneira mais errada e mais dolorosa lá fora. Depois, não adianta gritar, berrar, bater, surrar, ameaçar, deserdar etc. Hoje em dia, há uma grande polêmica sobre as notícias de filhos que matam pais e vão para a cadeia. Assim como o diabo usa pais para infernizarem a vida dos filhos, também usa filhos para infernizarem os pais, por isso o próximo item é:

7) Estar na presença de Deus: uma família que anda na presença do Senhor, em primeiro lugar, anda em amor e, por isso, não há brecha para o ódio, para a violência, inveja, contenda etc. Em segundo lugar, uma família que segue as orientações do nosso Pai, pode se sentir forte e abençoada porque a união a torna forte. Em terceiro lugar, uma família que ora unida e que estuda a Palavra anda na verdade e serve de exemplo para muitas outras, além de gerar descendentes santos também. É a coisa mais rara, para não dizer impossível, se ver isso hoje em dia, até dentro da Igreja. Os irmãos saem abençoados do culto e é só entrar no carro que a unção vai embora por causa de brigas e discussões. Será que Jesus veio para ensinar a discórdia? Todos esses tipos de atitudes erradas são sinal de que a carne ainda está doente e não dá lugar ao Espírito.

Eu gostaria de completar este capítulo com um texto sobre o sexo e a adolescência. A referência bíblica está em Ct 2: 7. A esposa diz: “Conjuro-vos, ó filhas de Jerusalém, pelas gazelas e cervas do campo, que não acordeis, nem desperteis o amor, até que este o queira”. A noiva fala às outras mulheres, provavelmente as do harém do rei Salomão, ou às damas da corte, sobre o amor verdadeiro e lhes diz que a intimidade sexual não pode ser forçada e que o amor e a sensualidade não são a mesma coisa (“Não acordeis, nem desperteis o amor até que este o queira”). No nível espiritual, isso significa que a intimidade com Deus não é forçada; é o coração da própria pessoa que se desperta para um relacionamento mais profundo com Ele. No nível físico, este texto nos alerta quanto aos adolescentes que sofrem bastante no mundo de hoje pelas influências externas que o diabo usa, despertando precocemente sua vida sexual, causando grandes transtornos. Na puberdade, que é o período durante a adolescência onde as transformações hormonais começam a gerar mudanças físicas e psíquicas, é normal que as pessoas comecem a sentir certas sensações corporais e desejos psíquicos de “descoberta” de si mesmo. Nessa fase, os pais mais rígidos, tradicionais e medrosos descobrem que não sabem lidar muito bem a com a situação, terminando por reprimir certas manifestações nos filhos. Aquilo que eles pensam dominar acaba se voltando contra eles mesmos porque os filhos vão buscar as respostas em outras fontes não tão confiáveis e que estão abertamente disponíveis no mundo, trazendo problemas familiares mais tarde. Infelizmente “acordam precocemente o amor” e são feridos. Quantos meninos são traumatizados e quantas meninas são abusadas e engravidadas sem maturidade nenhuma para serem mães! O caso fica delicado quando os pais são líderes dentro da igreja, até pastores e, por causa da comunidade, passam a rejeitar a filha, o filho ou o (a) futuro (a) neto (a), causando problemas ainda maiores para todos. Em certos lugares, muitos deixam a posição de liderança por causa da vergonha e da discriminação dos próprios irmãos. Outros, que conseguem contornar a situação familiar, acabam por decepcionar algumas ovelhas, que vão para outro ministério. Quando os pais não são convertidos, a coisa pode ficar ainda pior, dependendo do grau de maturidade emocional e de amor que têm. Resultado: abandonos, abortos, rejeições, prostituição, separação etc. que poderiam ser evitados se pais conversassem abertamente com filhos antes ou os levassem ao médico, caso não tenham condições de lhes explicar certas coisas. Os fatores que dificultam muito o processo nessa fase de puberdade e adolescência são: a inexperiência de pais e pastores em relação à área em questão, a religiosidade, o tradicionalismo (tabu), o medo de gerar confusão na cabeça do adolescente e até a malícia dos adultos, que prende as “vítimas” em amarras e impede a todos de tocar no tema com franqueza. Na maior parte das vezes, o caminho melhor nessa fase é orar, pedir sabedoria ao Senhor e deixar a natureza seguir seu curso, sem “fazer uma tempestade num copo d’água”, mas dar suporte às necessidades do filho ou da filha à medida que sua curiosidade for despertada. Um pouco de psicologia ao tratar do assunto não faz mal; melhor ainda se a bíblia estiver ao lado. Outra dica importante é direcionar essa energia para outras atividades que o edifiquem (música, artesanato, esportes etc.), pois é a mesma força que existe no nosso interior e que vai ser direcionada para uma área ou para a outra. Não estou querendo dizer que o adolescente deve sublimar tudo, negar ou fugir para o mundo espiritual; o que quero dizer é que se faz necessário o bom senso.

Versículos bíblicos em relação à criação de filhos

• Pv 13: 24: “O que retém a vara aborrece a seu filho, mas o que o ama, cedo o disciplina”.
• Pv 19: 18: “Castiga a teu filho enquanto há esperança, mas não te excedas a ponto de matá-lo”.
• Pv 20: 11: “Até a criança se dá a conhecer palas suas ações, se o que faz é puro e reto”.
• Pv 22: 6: “Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele”.
• Pv 23: 13-14: “Não retires da criança a disciplina, pois, se a fustigares com a vara, não morrerá. Tu a fustigarás com a vara e livrarás a sua alma do inferno”.
• Pv 29: 15: “A vara e a disciplina dão sabedoria, mas a criança entregue a si mesma vem a envergonhar a sua mãe”.
• Pv 29: 17: “Corrige o teu filho, e te dará descanso, dará delícias à tua alma”.
• Hb 12: 4-13: “Ora, na vossa luta contra o pecado, ainda não tendes resistido até ao sangue e estais esquecidos da exortação que, como a filhos, discorre conosco: Filho meu, não menosprezes a correção que vem do Senhor, nem desmaies quando por ele és reprovado; porque o Senhor corrige a quem ama e açoita a todo filho a quem recebe. É para disciplina que perseverais (Deus vos trata como filhos); pois que filho há que o pai não corrige? Mas, se estais sem correção, de que todos se têm tornado participantes, logo, sois, bastardos, não filhos. Além disso, tínhamos os nossos pais segundo a carne, que nos corrigiam, e os respeitávamos; não havemos de estar em muito maior submissão ao Pai espiritual e, então, viveremos? Pois eles nos corrigiam por pouco tempo, segundo melhor lhes parecia; Deus, porém, nos disciplina para aproveitamento, a fim de sermos participantes da sua santidade. Toda disciplina, com efeito, no momento não parece ser motivo de alegria, mas de tristeza; ao depois, entretanto, produz fruto pacífico aos que têm sido por ela exercitados, fruto de justiça. Por isso, restabelecei as mãos decaídas e os joelhos trôpegos; e fazei caminhos retos para os pés, para que não se extravie o que é manco; antes, seja curado”.

Experiência prática para pais:

Emprego x Família


O propósito aqui é avaliar valores. Não é para questionar ninguém, nem para acusar, mas para nos colocarmos na balança de Deus, pois o que vamos falar é sobre o valor de uma vida. Se Jesus fez o que fez para nos dar a salvação, é porque uma vida vale muito para Ele. Isso já nos faz pensar quanto tempo do nosso dia e da nossa vida estamos dedicando a coisas erradas e sem valor real. Ninguém nega a necessidade de se trabalhar para ganhar dinheiro para sustentar a casa e pagar as despesas. Entretanto, quando o trabalho se torna uma fuga para não ficar mais em casa ou se torna uma forma maníaca de ganhar mais dinheiro para sustentar fantasias, isso sim, é perigoso e deve ser reavaliado diante do trono de Deus. A maior força é o amor, pois é o próprio Deus. Nem todo o dinheiro do planeta pode comprar esse produto, porém parece ser o mais escasso hoje em dia porque foi trocado por algo sem vida para preencher um vazio existencial que só Jesus Cristo preenche. Um filho é bênção do Senhor, diz a Palavra, mas para alguns se torna um estorvo e só não se livram dele por motivo de moral. Nossa reflexão de hoje vai ser sobre as perguntas: — “Quanto vale a minha família, principalmente os meus filhos? O que eu estou criando para o futuro: bênção ou maldição? O que vale mais: meus filhos ou o dinheiro? O que tem mais valor: meus filhos ou meu trabalho?” Desde que Satanás foi atirado para as profundezas pelo próprio Deus por causa de sua arrogância e rebeldia, sua função é matar, roubar e destruir, principalmente vidas, famílias e relacionamentos. Jesus veio para nos restituir de tudo isso, mas cabe a nós lutar pela restituição. Reflita, fale sinceramente com o Espírito Santo e peça-Lhe direção para agir e reescrever uma nova história, para você e para toda a sua casa. Que Deus o abençoe e que a sua família seja uma família bendita do Senhor na terra.

Algumas orientações para o seu bebê

Não se esqueça de levá-lo ao pediatra para ver se está tudo bem na área física. Observe as datas de vacinação e a alimentação para que ele coma alimentos naturais o mais que puder, ao invés dos muito processados, congelados ou com muitos conservantes ou corantes; podem causar problemas alérgicos. Se possível, amamente-o até o sexto mês de vida; o leite materno fornece nutriente e anticorpos suficientes para sua defesa imunológica. Verifique a qualidade das fraldas e dos produtos de higiene que você usa nele para não causar assaduras ou qualquer outro problema dermatológico. Não o aqueça demais com roupas muito grossas ou de material sintético. Ao contrário do que muitas mães pensam, os bebês têm uma taxa de metabolismo mais intensa do que o adulto, portanto a produção de calor no seu corpinho é maior. Brinque, converse com ele o mais que puder, com voz macia e sem mudanças bruscas de timbre, pois pode assustá-lo; ele vai pensar que você está brigando com ele. E quando ele rolar para a beirada da cama na troca de fralda, não grite; ele apenas não tem noção do perigo ainda. Chegue o mais perto que puder e puxe-o delicadamente de volta para lugar seguro. Lembre-se de tornar seu banho algo agradável; eles adoram água (lembra-os do útero). Música suave também faz parte do cuidado dos bebês, principalmente antes de dormir; por isso ele gosta quando você canta para ele. Se puder, entre numa livraria evangélica e pergunte sobre CDs para bebês dormirem. São ótimos. Depois disso vem a parte mais delicada de tudo: parentes. Nem todos são tão delicados e o bebê vai reagir a muitos deles, mas mantenha a calma e use de psicologia. Peça direção ao Espírito Santo e você vai vencer. Por isso, a consagração do seu filho ao Senhor desde o ventre materno é importante, assim como sua oração diária, protegendo-o de tudo aquilo que não pertence a Jesus. Caso ele já esteja maiorzinho e comece a apresentar algumas reações emocionais constantes e que incomodam, como ciúmes do irmãozinho (pode ser até do mais velho), revolta, birra, agressividade, choros sem motivo físico aparente etc., tente outra técnica. Abra a bíblia e peça uma palavra ao Senhor. Medite sobre ela e no conteúdo que ela traz, e que possa estar relacionado à situação em questão. Então, quando o bebê estiver dormindo chegue perto dele bem devagarzinho e fale bem baixinho as palavras orientadas pelo Espírito Santo em relação àquela que você leu. Se algum trauma de ventre vier à sua mente, trate-o no seu filho através da palavra, pedindo perdão a ele, modificando o que você disse, declarando seu amor e o do pai sobre ele, a segurança de Deus sobre sua vida etc. Fale o que o seu coração lhe impulsionar a dizer. Não precisa ser muito demorado, mas faça-o todos os dias até ver um resultado. Com certeza, vai ter um resultado positivo, pois você estará falando com o espírito e com o inconsciente dele sem as barreiras do consciente. Com amor e paciência, tudo se resolve. Lembre-se que Jesus dirige tudo.

Autora: Pastora Tânia Cristina Giachetti

Livros de interesse sobre o assunto:


livro evangélico: As três faces do amor

As três faces do amor

The three faces of love


livro evangélico: Para a mulher que eu amo

Para a mulher que eu amo

For the woman I love


livro evangélico: Seja bem-vindo, filhinho!

Seja bem-vindo, filhinho!

Welcome, sonny!

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