Explicação de Ezequiel capítulo 20: Deus fala da idolatria de Israel após o êxodo. A terra de Judá, ‘o bosque do campo do Sul’, será invadida por Nabucodonosor.


Ezequiel capítulo 20



As abominações da casa de Israel depois do êxodo

1 No quinto mês do sétimo ano, aos dez dias do mês, vieram alguns dos anciãos de Israel para consultar ao Senhor; e assentaram-se diante de mim.
2 Então, veio a mim a palavra do Senhor, dizendo:
3 Filho do homem, fala aos anciãos de Israel e dize-lhes: Assim diz o Senhor Deus: Acaso, viestes consultar-me? Tão certo como eu vivo, diz o Senhor Deus, vós não me consultareis.
4 Julgá-los-ias tu, ó filho do homem, julgá-los-ias? Faze-lhes saber as abominações de seus pais...

No capítulo 20, no 7º ano do cativeiro (590 AC), no 5º mês, alguns anciãos vieram a Ezequiel para consultar o Senhor, mas Ele começou a lhes mostrar as abominações da casa de Israel depois do êxodo. Já haviam se passado dois anos desde a profecia inicial de seu chamado (Ez 1: 2) e um ano desde a última revelação sobre as abominações de Jerusalém (Ez 8: 1).

Esses líderes traziam muitas perguntas tolas a Deus, mesmo após as revelações do juízo de Deus sobre Jerusalém por causa de suas abominações (cap. 8).

5 e dize-lhes: Assim diz o Senhor Deus: No dia em que escolhi a Israel, levantando a mão, jurei à descendência da casa de Jacó e me dei a conhecer a eles na terra do Egito; levantei-lhes a mão e jurei: Eu sou o Senhor, vosso Deus.
6 Naquele dia, levantei-lhes a mão e jurei tirá-los da terra do Egito para uma terra que lhes tinha previsto, a qual mana leite e mel, coroa de todas as terras.
7 Então, lhes disse: Cada um lance de si as abominações de que se agradam os seus olhos, e não vos contamineis com os ídolos do Egito; eu sou o Senhor, vosso Deus.

No passado, Ele lhes havia prometido tirar do cativeiro no Egito e trazê-los para uma boa terra, por causa da promessa que Ele fez a Abraão (v.42 “levantando a mão” ou “de mão erguida”, Gn 13: 14-17; Êx 6: 8).
Ele também lhes ordenou que se livrassem dos ídolos que eles serviram no Egito. Muitos hebreus devem ter sido atraídos por práticas religiosas egípcias quando estavam lá.

8 Mas rebelaram-se contra mim e não me quiseram ouvir; ninguém lançava de si as abominações de que se agradavam os seus olhos, nem abandonava os ídolos do Egito. Então, eu disse que derramaria sobre eles o meu furor, para cumprir a minha ira contra eles, no meio da terra do Egito.
9 O que fiz, porém, foi por amor do meu nome, para que não fosse profanado diante das nações no meio das quais eles estavam, diante das quais eu me dei a conhecer a eles, para os tirar da terra do Egito.
10 Tirei-os da terra do Egito e os levei para o deserto.

Mas eles não obedeceram e continuaram a crer nos deuses egípcios, como Estêvão mencionou em At 7: 41-43. Havia várias evidências da idolatria de Israel no Egito:
A adoração do bezerro de ouro no Monte Sinai (Êx 32:1-6).
As palavras de Josué: “Agora, pois, temei ao Senhor e servi-o com integridade e com fidelidade; deitai fora os deuses aos quais serviram vossos pais dalém do Eufrates e no Egito e servi ao Senhor.” (Js 24: 14).
A escolha dos bezerros de ouro como objetos de adoração por Jeroboão (1 Rs 12: 26-33).

Por amor do Seu nome (Ez 20: 9), Ele os tirou mesmo assim. Ele fez isso para preservar Sua reputação entre os gentios.

11 Dei-lhes os meus estatutos e lhes fiz conhecer os meus juízos, os quais, cumprindo-os o homem, viverá por eles.
12 Também lhes dei os meus sábados, para servirem de sinal entre mim e eles, para que soubessem que eu sou o Senhor que os santifica.
13 Mas a casa de Israel se rebelou contra mim no deserto, não andando nos meus estatutos e rejeitando os meus juízos, os quais, cumprindo-os o homem, viverá por eles; e profanaram grandemente os meus sábados. Então, eu disse que derramaria sobre eles o meu furor no deserto, para os consumir.
14 O que fiz, porém, foi por amor do meu nome, para que não fosse profanado diante das nações perante as quais os fiz sair.
15 Demais, levantei-lhes no deserto a mão e jurei não deixá-los entrar na terra que lhes tinha dado, a qual mana leite e mel, coroa de todas as terras.
16 Porque rejeitaram os meus juízos, e não andaram nos meus estatutos, e profanaram os meus sábados, pois o seu coração andava após os seus ídolos.
17 Não obstante, os meus olhos lhes perdoaram, e eu não os destruí, nem os consumi de todo no deserto.

No deserto, Deus lhes deu Seus estatutos e o Sábado para que fosse guardado em reverência a Ele. Eles os estava separando, para ser o povo santo do Senhor. O sábado era o sinal central da antiga aliança (Is 56: 2, 4).
Mas no deserto, eles se rebelaram e Eles os perdoou, por amor do Seu nome, para que não fosse profanado entre as nações.
E Ele os avisou de novo contra os ídolos.
Entretanto, a outra geração se rebelou e o Senhor quis destruí-los, mas novamente reteve Sua mão e novamente lhes deu Seus estatutos.

18 Mas disse eu a seus filhos no deserto: Não andeis nos estatutos de vossos pais, nem guardeis os seus juízos, nem vos contamineis com os seus ídolos.
19 Eu sou o Senhor, vosso Deus; andai nos meus estatutos, e guardai os meus juízos, e praticai-os;
20 santificai os meus sábados, pois servirão de sinal entre mim e vós, para que saibais que eu sou o Senhor, vosso Deus.

A geração que veio do Egito não confiou nem obedeceu a Deus como deveria, por isso, morreram no deserto. O Senhor falou com a próxima geração e disse-lhes para não repetir os mesmos erros dos pais.

21 Mas também os filhos se rebelaram contra mim e não andaram nos meus estatutos, nem guardaram os meus juízos, os quais, cumprindo-os o homem, viverá por eles; antes, profanaram os meus sábados. Então, eu disse que derramaria sobre eles o meu furor, para cumprir contra eles a minha ira no deserto.
22 Mas detive a mão e o fiz por amor do meu nome, para que não fosse profanado diante das nações perante as quais os fiz sair.
23 Também levantei-lhes no deserto a mão e jurei espalhá-los entre as nações e derramá-los pelas terras
24 porque não executaram os meus juízos, rejeitaram os meus estatutos, profanaram os meus sábados, e os seus olhos se iam após os ídolos de seus pais;...

Infelizmente, essa nova geração também não obedeceu a Deus: “os filhos se rebelaram contra mim e não andaram nos meus estatutos, nem guardaram os meus juízos”. Deus lhes disse que Ele os julgaria, como havia julgado a geração anterior que havia saído do Egito.

• “Mas detive a mão e o fiz por amor do meu nome, para que não fosse profanado diante das nações perante as quais os fiz sair” – mais uma vez Ele reteve Sua mão e não os destruiu por amor do Seu próprio nome, para preservar Sua reputação entre os outros povos.
• “Também levantei-lhes no deserto a mão e jurei espalhá-los entre as nações e derramá-los pelas terras” – Quase no final da sua jornada, antes de Moisés morrer, o povo ouviu de novo as bênçãos decorrentes da obediência e as maldições decorrentes da desobediência, e uma delas era serem espalhados entre as nações se eles deixassem os estatutos e a aliança com Deus (Dt 4: 27; Dt 28: 64). Os anciãos aos quais Ezequiel falava agora estavam vivendo essa situação.

25 pelo que também lhes dei estatutos que não eram bons e juízos pelos quais não haviam de viver;
26 e permiti que eles se contaminassem com seus dons sacrificiais, como quando queimavam tudo o que abre a madre, para horrorizá-los, a fim de que soubessem que eu sou o Senhor.

Por desobedecerem mais uma vez, o Senhor permitiu que eles fossem atrás de seus próprios caminhos, e vissem por si mesmos os resultados das suas más ações. O pecado se tornou seu próprio castigo. E sofreram com o julgamento de Deus.
O Senhor os considerou impuros por causa das ofertas e dos sacrifícios que faziam, ou seja, Israel serviu e honrou aos ídolos pagãos das formas mais impuras e terríveis, incluindo o sacrifício de crianças, dos seus primogênitos. Então, o Senhor mesmo os encheria de horror, para que eles soubessem que Ele é o Senhor.

27 Portanto, fala à casa de Israel, ó filho do homem, e dize-lhes: Assim diz o Senhor Deus: Ainda nisto me blasfemaram vossos pais e transgrediram contra mim.
28 Porque, havendo-os eu introduzido na terra sobre a qual eu, levantando a mão, jurara dar-lha, onde quer que viam um outeiro alto e uma árvore frondosa, aí ofereciam os seus sacrifícios, apresentavam suas ofertas provocantes, punham os seus suaves aromas e derramavam as suas libações.
29 Eu lhes disse: Que alto é este, aonde vós ides? O seu nome tem sido Lugar Alto, até ao dia de hoje.

Mas mesmo entrando na Terra Prometida, eles sacrificavam nos montes, queimavam incenso e derramavam suas libações. E eles chamaram esses lugares de culto de Bamá (Lugar Alto).

30 Portanto, dize à casa de Israel: Assim diz o Senhor Deus: Vós vos contaminais a vós mesmos, à maneira de vossos pais, e vos prostituís com as suas abominações?
31 Ao oferecerdes os vossos dons sacrificiais, como quando queimais os vossos filhos, vós vos contaminais com todos os vossos ídolos, até ao dia de hoje. Porventura, me consultaríeis, ó casa de Israel? Tão certo como eu vivo, diz o Senhor Deus, vós não me consultareis [NVI: “Quando vocês apresentam as suas ofertas, o sacrifício de seus filhos no fogo, continuam a contaminar-se com todos os seus ídolos até o dia de hoje. E eu deverei deixar que me consultem, ó nação de Israel? Juro pela minha vida, palavra do Soberano, o Senhor , que não permitirei que vocês me consultem”].
32 O que vos ocorre à mente de maneira nenhuma sucederá; isto que dizeis: Seremos como as nações, como as outras gerações da terra, servindo às árvores e às pedras.

Muitos dos anciãos que estavam ali cativos haviam repetido os mesmos erros dos seus pais, se contaminando com a idolatria até aquele momento. Nada tinha mudado. Por isso, o Senhor lhes dizia que era uma hipocrisia estar ali para consultá-lo, uma vez que seus pensamentos e as intenções dos seus corações permaneciam imutáveis. Era um absurdo eles virem ali para consultar o Senhor, pois continuavam com ídolos no seu coração também.

Eles aguardavam a oportunidade de viver como as famílias de outros países e abandonar o Senhor, servindo aos ídolos de madeira e pedra. Deus precisava corrigir essa atitude maligna, caso contrário Israel assimilaria totalmente os costumes idólatras dos países onde eles foram exilados. O período do exílio era para refinar e mudar Israel de sua tendência idólatra. Eles jamais poderiam ser aceitos numa comunidade pagã; era um erro pensar assim. Eles não conseguiram atingir o patamar de santidade que Deus pedia deles quando voltaram do cativeiro, mas pelo menos, ficaram curados das antigas idolatrias de Canaã.

33 Tão certo como eu vivo, diz o Senhor Deus, com mão poderosa, com braço estendido e derramado furor, hei de reinar sobre vós;
34 tirar-vos-ei dentre os povos e vos congregarei das terras nas quais andais espalhados, com mão forte, com braço estendido e derramado furor.
35 Levar-vos-ei ao deserto dos povos e ali entrarei em juízo convosco, face a face.
36 Como entrei em juízo com vossos pais, no deserto da terra do Egito, assim entrarei em juízo convosco, diz o Senhor Deus.

“Tão certo como eu vivo, diz o Senhor Deus, com mão poderosa, com braço estendido e derramado furor, hei de reinar sobre vós” – Deus disse isso como um voto. Ele governaria sobre eles à Sua própria maneira. Ele os congregaria novamente de todas as nações para onde foram espalhados, com a mesma energia e intenção que Seu julgamento anterior, ou seja, a saída da Babilônia seria um segundo êxodo.

Então, o Senhor fala (Ez 20: 35) que os trará ao ‘deserto dos povos’ (ou ‘deserto das nações’) onde eles serão julgados.
‘Face a face’, neste texto, não se refere a uma relação de intimidade, mas reflete a sinceridade desse encontro. Com seus pais Deus falou numa nuvem ou de forma majestosa através do poder da natureza, porém agora, Ele falaria com eles de outra forma.
‘Deserto dos povos’ é uma metáfora para o cativeiro e o exílio de Israel entre nações estrangeiras.

37 Far-vos-ei passar debaixo do meu cajado [NVI: vara] e vos sujeitarei à disciplina da aliança;
38 separarei dentre vós os rebeldes e os que transgrediram contra mim; da terra das suas moradas eu os farei sair, mas não entrarão na terra de Israel; e sabereis que eu sou o Senhor.

Assim como fez no passado, Deus usaria o exílio para disciplinar, purificar e testar o coração do Seu povo. A figura representada aqui é a de um pastor. Como um pastor disciplina seu rebanho sob a vara, Ele faria o mesmo, para separar as Suas verdadeiras ovelhas, as que refariam a aliança com Ele. E muitos rebeldes morreriam no exílio (‘não entrarão na terra de Israel’).

39 Quanto a vós outros, vós, ó casa de Israel, assim diz o Senhor Deus: Ide; cada um sirva aos seus ídolos, agora e mais tarde, pois que a mim não me quereis ouvir; mas não profaneis mais o meu santo nome com as vossas dádivas e com os vossos ídolos.

Esse era um desafio para escolher o Senhor ou os ídolos. Eles tinham seu livre arbítrio. Se quisessem seguir a Deus teria que ser com o coração íntegro, não dividido, pois Ele não profanaria mais Seu santo nome, misturando-o com ídolos. Se eles queriam se tornar babilônios, que assim fosse.

40 Porque no meu santo monte, no monte alto de Israel, diz o Senhor Deus, ali toda a casa de Israel me servirá, toda, naquela terra; ali me agradarei deles, ali requererei as vossas ofertas e as primícias das vossas dádivas, com todas as vossas coisas santas.
41 Agradar-me-ei de vós como de aroma suave, quando eu vos tirar dentre os povos e vos congregar das terras em que andais espalhados; e serei santificado em vós perante as nações.
42 Sabereis que eu sou o Senhor, quando eu vos der entrada na terra de Israel, na terra que, levantando a mão, jurei dar a vossos pais.
43 Ali, vos lembrareis dos vossos caminhos e de todos os vossos feitos com que vos contaminastes e tereis nojo de vós mesmos, por todas as vossas iniqüidades que tendes cometido.
44 Sabereis que eu sou o Senhor, quando eu proceder para convosco por amor do meu nome, não segundo os vossos maus caminhos, nem segundo os vossos feitos corruptos, ó casa de Israel, diz o Senhor Deus.

Assim purificados, e já no Seu santo monte (Sião) a casa de Israel O servirá, e Ele aceitará seus sacrifícios. Isso se cumpriu parcialmente quando o templo foi reconstruído sob Esdras e Zorobabel. Pelo menos, o ministério sacerdotal foi restaurado.

Trazê-los de volta para sua terra era uma demonstração e uma revelação poderosa dEle mesmo, tanto para os gentios quanto para Seu próprio povo. E ali eles teriam nojo de si mesmos pelo que fizeram e se arrependeriam. O Israel que voltou do exílio não andou mais nos mesmos pecados de antes.

E tudo o que o Senhor fez foi por amor ao Seu nome, não por causa das ações deles. Mas esse plano de regeneração espiritual de Deus para o Seu povo após o retorno do cativeiro não se materializou totalmente. Se fosse verdade, a história de Israel teria sido bem diferente.

Não porque Deus não possa cumprir, mas porque Seu próprio povo voltou a rejeitar Suas leis. Muitos caíram na apatia e na apostasia; é só ler Ageu, Zacarias e Malaquias para ver o teor das repreensões proféticas. O entusiasmo inicial cedeu, o povo caiu no esfriamento espiritual.

Por isso, a disciplina se seguiu com persas, gregos (Ptolomeus e Selêucidas), romanos etc., quando os judeus foram entregues ao poder das nações (ao ‘deserto dos povos’ ou ‘deserto das nações’), onde a palavra de Deus estava ausente, pois esses povos eram gentios e serviam aos seus próprios deuses e doutrinas.

A profecia contra o Sul

45 Veio a mim a palavra do Senhor, dizendo:
46 Filho do homem, volve o rosto para o Sul e derrama as tuas palavras contra ele; profetiza contra o bosque do campo do Sul [NVI: ‘floresta da terra do Neguebe’].
47 e dize ao bosque do Sul: Ouve a palavra do Senhor: Assim diz o Senhor Deus: Eis que acenderei em ti um fogo que consumirá em ti toda árvore verde e toda árvore seca; não se apagará a chama flamejante; antes, com ela se queimarão todos os rostos, desde o Sul até ao Norte.
48 E todos os homens verão que eu, o Senhor, o acendi; não se apagará.
49 Então, disse eu: ah! Senhor Deus! Eles dizem de mim: Não é ele proferidor de parábolas?
[Nos textos hebraicos Ez 20: 45-49 é numerado como Ez 21: 1-5 – nota da NVI 2011, em inglês].

Ainda no mesmo capítulo, Ezequiel faz a profecia contra o Sul, se referindo a Judá, o reino do sul, que possuía muitas árvores em seu território (‘bosque do campo do sul’). Muitas vezes, a bíblia usa a palavra ‘Negev’ para se referir ao ‘sul’, mas aqui não é o caso. Ezequiel se referia à terra de Judá, ao sul de Israel e a palavra hebraica usada aqui é teman (תֵּמָן, Strong #8486), o sul nos pontos cardeais.

É uma palavra de julgamento contra a terra de Judá. Jerusalém estava tão cheia de pessoas quanto a floresta está cheia de árvores.
O fogo simboliza uma obra devastadora, que atingirá justos (‘árvore verde’) e perversos (‘árvore seca’), como um instrumento disciplinador de Deus. Isso se refere à ação de Nabucodonosor e de seus exércitos ao invadir Israel. E Seu decreto é inevitável e não voltará atrás. Deus mesmo acendeu esse fogo.

Ezequiel sentiu o fardo e falou com Deus que os exilados não acreditavam nele como profeta.
Isso não era surpresa, pois os homens têm certa dificuldade de entender uma mensagem desagradável. Eles só gostam de boas palavras. A verdade é que quando um coração não está disposto a conhecer e obedecer a Deus, qualquer mensagem dEle parece difícil de entender.

Vídeo de ensino

Esse vídeo é parte do curso bíblico (link dourado no alto das páginas).

O Profeta Ezequiel

Este estudo se encontra no livro:


O livro do profeta Ezequiel; livro evangélico

O livro do profeta Ezequiel

The book of prophet Ezekiel

Resumo sobre os profetas:


livro evangélico: Profeta, o mensageiro de Deus

Profeta, o mensageiro de Deus

Prophet, the messenger of God

Sugestão para download:


tabela de profetas AT

Tabela dos profetas (PDF)

Table about the prophets (PDF)


Autora: Pastora Tânia Cristina Giachetti

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